- A situação energética da Ucrânia piorou significativamente nesta sexta-feira pela manhã após ataques aéreos russos, levando a interrupções de energia emergenciais na maioria das regiões, conforme a Ukrenergo.
- A avaliação vem após o ministro de Energia, Denys Shmyhal, indicar que o sistema energético enfrentou o dia mais difícil desde o grande blecaute de novembro de 2022.
- Várias usinas de geração passam por reparos emergenciais devido aos ataques, e a Ukrenergo informou que o equipamento opera no limite de capacidade, com sobrecargas consideráveis.
- O governo já havia declarado uma emergência energética na semana passada, em meio ao frio intenso e ao acúmulo de danos à infraestrutura.
- A Ukrenergo disse esperar que os reparos sejam concluídos em breve, para permitir o retorno aos períodos de interrupção programada.
O operador de energia da Ucrânia afirmou que a situação no setor “se deteriorou significativamente” nesta sexta-feira pela manhã, após ataques aéreos russos recentes. Houve interrupções emergenciais de energia na maioria das regiões, segundo a Ukrenergo.
O órgão informou que várias usinas sofrem reparos de emergência devido aos ataques, com equipamentos operando no limite. As redes estavam sobrecarregadas por danos anteriores, agravando a situação durante o frio.
A declaração ocorre após o ministro de Energia, Denys Shmyhal, ter sinalizado na quinta-feira que o sistema elétrico enfrentou o dia mais difícil desde o Blackout de novembro de 2022. O país vinha sendo atingido por ações militares repetidas.
Poucas horas depois, o presidente Volodymyr Zelenskiy decretou estado de emergência no setor de energia, em meio a novos estragos na infraestrutura. A medida prevista facilitar ações de resposta e alocação de recursos.
A Ukrenergo disse que espera que os reparos sejam concluídos em breve, o que permitiria o retorno progressivo a interrupções programadas. O andamento depende das condições no terreno e da segurança operacional.
Segundo a agência, o objetivo é restabelecer disponibilidade de geração e estabilizar a rede, reduzindo o impacto sobre população e serviços essenciais. As informações são de Kyiv, divulgadas pela Reuters.
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