- Nicarágua: prisões arbitrárias, ataques a igrejas e restrições à liberdade religiosa.
- Cuba: igrejas são fechadas e líderes religiosos são perseguidos.
- Venezuela: crise política e econômica agrava repressões contra cristãos pelo governo.
- México: liberdade religiosa é garantida pela Constituição, mas áreas controladas por grupos criminosos apresentam perseguição a comunidades cristãs.
- Colômbia: conflito armado eleva ameaças e ataques contra cristãos por grupos armados ilegais; esses países estão entre os cinquenta mais perigosos do mundo para cristãos.
A perseguição religiosa contra cristãos na América Latina continua a ser um tema relevante, segundo a Missão Portas Abertas. O relatório aponta que a liberdade de culto é mais vulnerável em países com governos autoritários ou com grupos extremistas ativos.
Na Nicarágua, observa-se aumento de prisões arbitrárias, ataques a igrejas e restrições à prática religiosa. Em Cuba, várias igrejas já foram fechadas e líderes religiosos enfrentam perseguição por suas atividades.
A situação se repete em outros países da região, onde a fé cristã enfrenta riscos obrigatórios de adaptação ou ocultação. O relatório situaria esses países entre os mais perigosos para cristãos praticarem a fé livremente.
Países com maior risco na região
Venezuela vive crise política e econômica que agrava repressões contra comunidades cristãs. O país registra denúncias de repressões oficiais contra fiéis em diversos setores da sociedade.
México apresenta áreas com violência ligada ao crime organizado, onde algumas comunidades cristãs enfrentam perseguição e restrições ao culto em determinadas regiões do país.
Colômbia, em meio a décadas de conflito armado, também registra ameaças e ataques a grupos cristãos por facções armadas que atuam em territórios controlados por grupos ilegais.
Observações do relatório
A lista da Portas Abertas coloca esses países entre os 50 mais perigosos do mundo para cristãos. O documento reforça a necessidade de ações para garantir o direito de culto com segurança.
A cada país, o relatório sinaliza impactos diretos sobre comunidades locais, incluindo interrupções de atividades religiosas, deslocamentos e maior vigilância sobre líderes religiosos.
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