- O Primeiro-Ministro Donald Tusk ordenou o envio de equipamentos para proteger civis dos efeitos de temperaturas de inverno, segundo o Ministério do Interior.
- O Ministério informou que serão entregador 379 geradores de energia e 18 aquecedores pela Agência Governamental de Reservas Estratégicas, com mais 447 geradores fornecidos com recursos da União Europeia.
- A capital Varsóvia também está doando 90 geradores para Kyiv.
- Doações de pessoas físicas na Polônia já passaram de 5,8 milhões de zlotys (cerca de 1,62 milhão de dólares) para a compra de geradores para Kyiv.
- O contexto é a ofensiva russa contra a infraestrutura energética da Ucrânia, que provoca apagões e um inverno difícil para os moradores de Kyiv, com temperaturas noturnas chegando a menos de dez graus Celsius.
Polônia anunciou na sexta-feira o envio de centenas de geradores para a Ucrânia, conforme autoridades e arrecadações de fundos comunicaram, em meio aos ataques russos contra a infraestrutura energética que deixam a população enfrentando o inverno frio sem aquecimento ou eletricidade.
A ofensiva russa sobre o sistema energético da Ucrânia provocou apagões de energia e água em Kyiv, com interrupções que costumam durar três a quatro vezes mais do que nos invernos anteriores. As temperaturas noturnas na capital chegaram a registrar até menos 20 graus Celsius.
Segundo o governo polonês, a medida busca proteger civis diante da piora das condições climáticas, após instrução do primeiro-ministro Donald Tusk. A fim de financiar a ajuda, a mobilização pública na Polônia já arrecadou mais de 5,8 milhões de zlotys, equivalente a cerca de 1,6 milhão de dólares.
Doações e envio de equipamentos
O Ministério do Interior informou que 379 geradores e 18 aquecedores serão enviados ao território ucraniano pela Agência Governamental de Reservas Estratégicas. Além disso, 447 geradores serão fornecidos com recursos da União Europeia.
A capital polonesa, Varsóvia, também fará sua parte, com a entrega de 90 geradores para Kyiv. O prefeito Rafal Trzaskowski destacou, em coletiva de imprensa, a observação dos ataques russos a infraestrutura crítica que atingem cidades ucranianas e causam interrupções no fornecimento de energia para grande parte da população.
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