- Eduardo Bolsonaro discursou na Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo, no Knesset, em Israel, nesta segunda-feira (26).
- O ex-deputado federal foi apresentado como deputado mesmo com o mandato cassado no Brasil.
- Ele criticou a decisão do presidente Lula de retirar o Brasil da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA) e chamou os ataques do Hamas de “antissemitismo genocida”, afirmando que o silêncio é cumplicidade.
- Nesta terça-feira (27), deverá discursar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que deve anunciar propostas de política externa voltadas a Israel e visitar o Bahrein.
- A viagem de Flávio é oficial, bancada pelo Senado, e após a agenda internacional ele pretende percorrer o Brasil, começando por Minas Gerais, com foco nas regiões Norte e Nordeste.
Eduardo Bolsonaro discursa em evento contra antissemitismo em Israel
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) proferiu discurso na Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo, realizada no Knesset, Parlamento de Israel, nesta segunda-feira (26). O ato reuniu autoridades locais e convidados de áreas públicas e acadêmicas. O objetivo foi debater políticas de combate ao antissemitismo.
Segundo o jornalista Paulo Figueiredo, Eduardo foi recebido no evento como deputado, ainda que tenha mandato cassado no Brasil. No discurso, o ex-parlamentar criticou a decisão do presidente Lula (PT) de retirar o Brasil da IHRA, afirmando que os ataques do Hamas contra Israel caracterizam antissemitismo genocida. Ele afirmou que o silêncio diante desses ataques é cumplicidade.
Participação de Flávio Bolsonaro
Nesta terça-feira (27), está prevista a participação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), senador e pré-candidato à Presidência, no mesmo evento. Flávio deve apresentar propostas para a relação do Brasil com Israel e, posteriormente, cumprir agenda no Bahrein.
Agenda internacional e objetivo político
A viagem de Flávio, em missão oficial paga pelo Senado, inclui a busca por aproximação com lideranças conservadoras internacionais. A expectativa é mapear apoios para a corrida ao Planalto, sem que haja pedido explícito de votos no Brasil, conforme restrições da legislação eleitoral.
Perspectivas no Brasil e outros focos
Depois da agenda internacional, Flávio deve viajar pelo Brasil, iniciando por Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral. Também haverá atuação prevista nas regiões Norte e Nordeste, áreas historicamente associadas a posições políticas de esquerda.
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