- Toronto enfrenta a maior nevasca da história, com quase sessenta centímetros de neve em algumas áreas.
- O aeroporto Pearson registrou mais de oitenta e oito centímetros de neve neste mês, tornando janeiro o mais nevado desde o início dos registros em mil novecentos trinta e sete.
- Mais de quinhentos voos foram cancelados no domingo, e o transporte público da cidade sofreu atrasos e suspensões.
- Houve mais de quatrocentas colisões em Toronto e na região, com uma fatalidade.
- As autoridades disseram que vão priorizar as vias principais e que pode levar dias para que ruas residenciais e calçadas sejam desobstruídas; moradores podem acompanhar as máquinas de patrola pelo serviço PlowTO.
Toronto encara os trabalhos de retirada de neve após a maior nevasca já registrada na cidade. A massa de neve cobriu parte da cidade com quase 60 cm, levando ao cancelamento de mais de 500 voos no domingo.
Pouco antes, o aeroporto principal da cidade foi isolado pela neve, e mais de 88,2 cm de neve se acumularam neste mês em Pearson, o janeiro mais nevoso desde o início de registros em 1937. Vias e áreas residenciais ficaram sob o acúmulo.
As autoridades esperam que a remoção demore vários dias. A gestão municipal prioriza vias principais; ruas e calçadas devem demorar ainda a ser liberadas. O tráfego de ônibus, mais de 1 milhão de usuários diários, teve atrasos e paralisações generalizadas.
Impacto no transporte público
- O sistema de transporte de Toronto registrou múltiplos atrasos e interrupções, com trilhos de metrô e dos bondes comprometidos por debaixo de camadas de neve.
- Um bonde descarrilou em uma rota principal, e trechos acima do solo ficaram com acúmulo de neve, dificultando a operação.
- Em áreas vizinhas, ocorrências de colisões cresceram, com mais de 430 acidentes na cidade e cerca de 200 ao redor, incluindo uma fatalidade.
Contexto meteorológico
O temporal atingiu grande parte da América do Norte neste fim de semana. O meteorologista Bill Coulter explicou que a posição de Toronto às margens do Lago Ontario favoreceu o acúmulo extremo, causado pela convergência de ar ártico com umidade tropical. O panorama foi diferente do previsto, segundo especialistas, resultando em uma “nevasca monstruosa” para a região.
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