- EUA saíram oficialmente do Acordo de Paris pela segunda vez, tornando-se o único país a se retirar do pacto.
- A decisão foi anunciada no primeiro dia de volta de Trump ao poder; o governo também comunicou a saída da Convenção-Quad da Organização das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC).
- Especialistas avaliam que a medida pode dificultar o avanço global rumo a energia mais barata e limpa, sem interromper as metas de emissões mundialmente.
- A China passa a ter papel cada vez mais dominante na transição verde, com forte controle sobre cadeias de suprimentos de energia limpa.
- Outros países podem acompanhar o exemplo dos EUA ou intensificar ações climáticas; o efeito inclui desafios de financiamento climático para nações de baixa renda.
O Estados Unidos formalizou a saída do Acordo de Paris pela segunda vez, sob a gestão de Donald Trump. A decisão ocorre meses após anunciar a retirada da estrutura da Convenção-Quadro da ONU sobre mudanças climáticas. O país passa a não integrar o pacto global de combate ao aquecimento.
A retirada foi anunciada pelo governo americano e já entra em vigor, colocando o país ao lado de Irã, Líbia e Iêmen como não signatário. Especialistas avaliam impactos na coordenação internacional e nas metas globais de redução de emissões.
A seguir, descreve-se quem está envolvido, onde ocorreu a saída, quando ocorreu e por quê, com base em dados oficiais e análises de especialistas.
Cenário internacional e impactos da decisão
A decisão ocorre em meio a esforço mundial para acelerar investimentos em energia de baixo carbono. Investimentos em energia de baixo carbono ultrapassaram o patamar de 2,3 trilhões de dólares em 2025, segundo estimativas de mercado. Renewables responderam por grande parte da nova capacidade instalada.
China ganha destaque na transição energética, ampliando participação em cadeias produtivas de energia limpa. Fábricas chinesas já respondem por grande parte de painéis solares e turbinas eólicas globais, elevando o papel do país em políticas climáticas.
Repercussões e posições de especialistas
Analistas afirmam que a retirada americana pode reduzir a pressão política sobre outros países. Contudo, alguns apontam que a mudança pode incentivar avanços climáticos em nações parceiras. O tema é visto como fator que pode influenciar projetos globais de descarbonização.
Especialistas ressaltam que, apesar da saída, esforços de transição energética continuam em curso em várias regiões. A evolução do mercado de energia limpa segue robusta, com queda de custos e expansão de capacidade renovável em várias economias.
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