- O Conselho Marítimo Nacional das Filipinas pediu contenção nesta quarta-feira, em meio a troca de palavras entre autoridades de Manila e a embaixada da China.
- O órgão afirmou que não busca provocação nem escalada do conflito.
- Reforçou que encontros oficiais com outros estados devem ocorrer por meio de canais diplomáticos e legais estabelecidos.
- A declaração destaca que tais intercâmbios são regidos pelo direito internacional e pelo respeito mútuo, e não por retórica ou desinformação.
- A posição do Conselho acompanha a do ministério das Relações Exteriores das Filipinas.
O Conselho Marítimo das Filipinas pediu contenção nesta quarta-feira, diante de acaloradas trocas públicas entre autoridades filipinas e a embaixada chinesa em Manila. A entidade afirmou que não busca provocação nem escalada do conflito.
A nota do Conselho reforçou que o engajamento oficial com outros Estados deve seguir canais diplomáticos e legais estabelecidos. A posição condiz com a atuação do Ministério das Relações Exteriores das Filipinas.
Conflito recente envolve declarações entre diplomatas filipinos e representantes chineses na capital filipina, gerando consternação pública. O Conselho destaca o respeito ao direito internacional e à cooperação entre nações.
Contexto diplomático
Em comunicado, o Conselho afirma que negociações entre países devem conviver com o uso de canais formais, evitando retórica que possa inflamar a opinião pública. A instituição não detalha respostas a eventuais incidentes.
O órgão enfatiza que decisões sobre disputas marítimas devem seguir normas internacionais e princípios de respeito mútuo. A declaração chega após gestos de firmeza por parte da diplomacia filipina.
A imprensa acompanhou o posicionamento oficial, que sustenta diálogo fundamentado em leis e tratados. Não houve confirmação adicional sobre novas medidas ou contatos futuros entre as partes.
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