Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Trump ameaça tarifas a países que vendam petróleo a Cuba

Trump assina ordem que pode impor tarifas a países que vendem petróleo a Cuba, ampliando pressão sobre Havana diante da crise energética cubana

Donald Trump. Foto: ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP
0:00
Carregando...
0:00
  • Trump assinou, em 29, uma ordem executiva que permitiria impor tarifas a países que vendam petróleo a Cuba.
  • A tarifa seria ad valorem e não especificada, baseada em um estado de emergência por suposta ameaça à segurança dos EUA.
  • Washington acusa Cuba de se alinhar a Russia, China, Irã, Hamas e Hezbollah e de apoiar atores hostis aos Estados Unidos.
  • A medida sinaliza pressão sobre Havana em meio a acusações de desestabilizar a região por imigração e violência e de promover ideias comunistas.
  • O movimento ocorre enquanto Cuba enfrenta crise energética e já dependeu do petróleo venezuelano; nos anos mais recentes, o setor petrolífero da Venezuela ficou sob controle dos EUA após avanços envolvendo Maduro.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva na quinta-feira 29 autorizando tarifas aos países que vendam petróleo para Cuba. A medida baseia-se em um estado de emergência declarado por Washington, considerado uma ameaça à segurança nacional.

A Casa Branca afirma que as tarifas poderiam ser aplicadas de modo ad valorem sobre as importações de petróleo provenientes de países que forneçam combustível a Cuba. O texto não especifica o valor das tarifas.

Washington acusa o governo cubano de se alinhar com diversos países e organizações consideradas hostis, citando Rússia, China, Irã, Hamas e Hezbollah. O governo americano sustenta que Cuba desestabiliza a região por meio de imigração e violência.

O anúncio ocorre em meio a uma pressão histórica sobre Havana, que já enfrenta um embargo econômico dos EUA desde 1962. A ilha enfrenta uma situação energética precária há pelo menos três anos, com interrupções na geração de energia elétrica.

Contexto e possíveis desdobramentos

A medida retoma o tom de endurecimento sobre Cuba adotado pelo governo americano, que em semanas anteriores informou não haver expectativa de novos acordos para fornecimento de petróleo sem negociações com autoridades cubanas.

A captura de Nicolas Maduro e o controle do setor petrolífero venezuelano, segundo a narrativa apresentada, reforçam o cenário de restrições ao abastecimento de Cuba, historicamente dependente de importações de combustível. O impacto provável envolve custos adicionais para o comércio externo envolvendo Cuba e seus parceiros.

Cuba já enfrenta limitações de energia e centraliza esforços em manter o abastecimento, com reflexos diretos na geração de eletricidade e no cotidiano da população. As autoridades cubanas não divulgaram, até o momento, dados oficiais sobre o efeito da nova política norte-americana.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais