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Polícia espanhola prende dono chinês de salão acusado de financiar Hamas

Polícia espanhola detém chinês dono de salão perto de Barcelona por suspeita de financiar Hamas com 600 mil euros em criptomoedas; ativos bloqueados somam 370 mil euros

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  • Polícia espanhola deteve um cidadão chinês de 38 anos, proprietário de um salão de cabelo perto de Barcelona, sob suspeita de financiar o Hamas com cerca de 600 mil euros em transferências em criptomoedas.
  • Investigadores rastrearam pelo menos trinta e uma transações em criptomoeda de carteiras virtuais controladas pelo suspeito para endereços ligados a uma entidade utilizada pelo Hamas.
  • Durante as buscas no salão de beleza e na residência do suspeito, foram apreendidos ativos em criptomoedas, dinheiro, cerca de 9.000 charutos, joias, computadores e celulares.
  • Também foram bloqueadas várias contas bancárias, elevando o valor total de ativos apreendidos e indisponíveis a mais de 370 mil euros.
  • A investigação teve início em junho do ano passado, no âmbito de um inquérito separado sobre fraude e lavagem de dinheiro; o Hamas é designado como organização terrorista pela União Europeia.

Um proprietário de salão de cabelos chinês, de 38 anos, foi detido pela polícia espanhola nas proximidades de Barcelona, sob suspeita de financiar o Hamas por meio de transferências em criptomoedas que somaram cerca de 600 mil euros.

As autoridades registraram ao menos 31 transações com criptomoedas, partindo de carteiras digitais sob o controle do suspeito, para endereços ligados a uma entidade associada ao Hamas. O grupo é considerado terrorista pela União Europeia.

A prisão ocorreu durante buscas no salão e na residência do acusado. Foram apreendidos ativos digitais, dinheiro em espécie, cerca de 9 mil charutos, joias, computadores e celulares. Contas bancárias foram bloqueadas, somando mais de 370 mil euros.

O inquérito teve início em junho do ano passado, em uma investigação paralela de fraude e lavagem de dinheiro. Autoridades alertam que grupos militantes usam criptomoedas para movimentar recursos transnacionalmente, dificultando o rastreamento.

Detalhes da operação

As forças de segurança não comentaram sobre motivação do suspeito nem sobre eventual relação direta com o Hamas. A investigação continua para esclarecer se houve cooperação consciente ou atuação apenas como intermediário.

Fonte: reportagem da Reuters.

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