- Gregory Bovino, 55 anos, atuou como comandante informal da Patrulha de Fronteira dos EUA e ganhou visibilidade ao comandar operações de imigração sob o governo Trump.
- Em junho do ano passado, foi nomeado para liderar uma megaoperação em Los Angeles, com batidas que prenderam centenas de pessoas suspeitas.
- Após Los Angeles, Bovino foi enviado para Chicago e, em setembro, assumiu a ofensiva chamada “Operação Midway Blitz”.
- Na semana passada, ele caiu do posto por causa de sua truculência, encerrando o papel central que teve na estratégia de imigração nos EUA.
- O episódio é apresentado em vídeo da coluna Fronteiras, com Rodrigo da Silva, que contextualiza o papel da patrulha na política migratória do governo Trump.
Gregory Bovino, 55, foi destaque como figura de apoio às operações de imigração durante o governo de Donald Trump, atuando como comandante informal da Patrulha de Fronteira. Sua trajetória é apresentada em uma coluna em vídeo do programa Fronteiras, do Estadão.
Na prática, Bovino ganhou destaque ao liderar ações de alto impacto, enviando uma mensagem dura em operações de imigração. Seu papel ficou conhecido por tomar dianteira em ações adversas e por manter uma postura agressiva nas batidas e nos confrontos com migrantes.
Em junho do ano passado, Bovino foi nomeado comandante tático de uma megaoperação em Los Angeles. Durante dias, equipes da Patrulha e do ICE realizaram batidas pela cidade, resultando na prisão de centenas de pessoas sob suspeita de irregularidade migratória.
A sequência levou o ex-chefe a ser deslocado para Chicago, onde, em setembro, assumiu o comando de a ofensiva intitulada “Operação Midway Blitz”. A atuação ganhou repercussão por impactar bairros urbanos e gerar protestos na época.
O Caso mostra o uso de uma força de fronteira com presença mais intensa em centros urbanos, contrastando com a visão comum de atuação restrita a áreas fronteiriças. A história de Bovino ajuda a entender estratégias e controvérsias da política migratória durante o governo Trump.
Ao longo do texto, o Estadão aponta que a narrativa envolve a ênfase em operações de alto impacto, críticas públicas e mudanças de comando, destacando como tais episódios influenciaram o debate sobre imigração nos EUA. O conteúdo completo pode ser visto no programa Fronteiras apresentado por Rodrigo da Silva.
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