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Delcy Rodríguez propõe anistia geral na Venezuela

Delcy Rodríguez propõe lei de anistia geral na Venezuela, a ser enviada à Assembleia Nacional; cobre o período de 1999 até hoje, não inclui homicídio, tráfico, corrupção

Venezuela's interim president Delcy Rodriguez applauds as she delivers her first annual address to the nation at the National Assembly, following the U.S. strike in Caracas that resulted in the capture of President Nicolas Maduro and his wife, Cilia Flores, in Caracas, Venezuela, January 15, 2026. REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria
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  • Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela, informou a criação de uma lei de anistia geral para centenas de presos, que será enviada à Assembleia Nacional.
  • A proposta abrange todo o período político desde 1999, quando Hugo Chávez chegou ao poder, até os dias atuais, com o objetivo de promover convivência pacífica no país.
  • Não estão incluídos na anistia crimes como homicídio, tráfico de drogas, corrupção e violações graves aos direitos humanos.
  • Rodríguez disse que a lei carrega o “espírito de Hugo Chávez” e busca igualdade, inclusão, equidade e justiça social.
  • Maduro permanece preso nos Estados Unidos após sequestro pelas Forças Armadas norte-americanas em janeiro; o governo venezuelano mantém diálogo com Washington, condenando o rapto do presidente.

Fonte: Reuters.

Delcy Rodríguez, atual presidente interina da Venezuela, apresentou nesta sexta-feira uma proposta de lei de anistia geral para centenas de presos no país. A medida foi anunciada em evento no Tribunal Supremo de Justiça.

A proposta prevê encaminhar a lei à Assembleia Nacional para promover a convivência pacífica e curar feridas do confronto político, com foco no período de violência institucional desde 1999.

Segundo a líder, a anistia abrangerá todo o histórico de violência política entre 1999 e os dias atuais, período marcado pela chegada de Hugo Chávez ao poder.

A iniciativa não abrange condenados por homicídio, tráfico de drogas, corrupção ou violações graves aos direitos humanos, segundo a divulgação oficial.

Rodríguez chegou ao poder após o sequestro do presidente Nicolás Maduro pelas Forças Armadas dos Estados Unidos em 3 de janeiro. Maduro continua detido no exterior, em território norte-americano.

Na semana em que anunciou um plano de defesa nacional, a presidente interina sinalizou disposição ao diálogo com maior abertura a negociações, sem indicar novas ações agressivas.

Fonte: agência Reuters.

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