- Mark Savaya não é mais o encarregado especial dos EUA para o Iraque, segundo fontes.
- A conta dele no X está inativa desde quinta-feira e ele cancelou uma visita prevista ao Iraque.
- Não ficou claro quem o substituirá; uma possibilidade mencionada é o运 Tom Barrack assume o portfólio do Departamento de Estado relacionado ao Iraque.
- Savaya afirmou à Reuters que não houve mudança de cargo e que está finalizando procedimentos administrativos; não explicou a conta inativa.
- a mudança ocorre em meio a tensões entre EUA e Bagdá sobre a influência iraniana na política iraquiana; Trump havia advertido o Iraque contra a nomeação de Nouri al-Maliki como primeiro-ministro e ameaçado cortar o apoio americano.
Mark Savaya não ocupa mais o cargo de enviado especial dos EUA para o Iraque, segundo fontes. A mudança ocorre em meio a tensões entre Washington e Bagdá sobre a pressão para reduzir a influência iraniana na política iraquiana.
Savaya, um empresário iraquiano-americano cristão, foi nomeado por Donald Trump em outubro. Sua conta ativa no X ficou inativa desde a quinta-feira, e ele chegou a cancelar uma viagem planejada ao Iraque.
Ainda não ficou claro o motivo da saída nem se haverá substituto. Barrack, embaixador dos EUA na Turquia, deve assumir a carteira de Iraque segundo fontes, com a atribuição a ser confirmada pelo governo.
Situação no posto de enviado especial
Tom Barrack pode suceder Savaya na condução da pasta do Iraque, segundo relatos de fontes. Não houve confirmação oficial do Departamento de Estado nem da Casa Branca sobre a mudança.
Savaya disse à Reuters, nesta quinta-feira, que não houve alteração em seu cargo e que estava concluindo procedimentos administrativos para assumir formalmente a função. Não houve resposta sobre o motivo da inatividade da conta.
Contexto e desdobramentos
Trump havia alertado Bagdá de que, se Maliki fosse novamente escolhido para primeiro-ministro, os EUA cortariam apoio ao Iraque. A nomeação de Maliki enfrentou críticas por suposta elevação de tensões sectárias durante seu governo anterior.
A sequência de movimentos ocorre em meio à tentativa de Washington de reduzir influência de grupos ligados ao Irã no país. O governo iraquiano indicou ter selecionado Maliki há poucos dias, o que triggers novas pressões externas.
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