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Paquistão afirma ter matado 67 militantes após ataques coordenados em Baluchistão

Ataques coordenados em Balochistão deixam 67 militantes mortos e dez policiais/civis mortos, incluindo ataque a campo de migrantes em Gwadar

Pakistan security forces in Balochistan
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  • Pelo menos 67 militantes foram mortos em ataques coordenados contra as forças de segurança em várias cidades da Balochistan, no sábado, incluindo Quetta e Gwadar.
  • Ainda houve 10 policiais e agentes de segurança mortos e 11 civis, além de 24 policiais feridos durante os ataques.
  • O grupo separatista Baloch Liberation Army assumiu a responsabilidade pelas ações, afirmando que os ataques foram lançados simultaneamente na província.
  • Em Gwadar, um ataque a um acampamento de trabalhadores migrantes deixou 11 mortos; seis militantes foram neutralizados nas operações de retaliação.
  • Em Noshki, um administrador civil foi sequestrado pelos atacantes, e as autoridades indicaram que a situação é crítica e as operações de segurança continuam.

O sábado foi marcado por ataques coordenados de militantes contra forças de segurança em várias cidades da província de Balochistan, no sudoeste do Paquistão. Ao menos 67 militantes foram mortos, segundo quatro autoridades de segurança que falaram à Reuters. Também morreram 10 policiais ou agentes de segurança e 11 civis, e 24 policiais ficaram feridos.

A ofensiva foi reivindicada pela organização separatista Baloch Liberation Army (BLA), que afirmou ter iniciado os ataques simultaneamente em toda a região, incluindo Quetta, a capital, e Gwadar, cidade portuária. Segundo autoridades, houve confrontos com tropas, polícia e unidades de contrterrorismo.

O Ministério do Interior paquistanês condenou os ataques e elogiou as forças de segurança pela repelida, destacando a morte de dezenas de militantes. O ejército paquistanês informou que realizou operações em várias frentes na província nas últimas 24 horas.

ODia de operações segue semanas de confrontos na região, que faz fronteira com Irã e Afeganistão e enfrenta um violento movimento separatista. O Exército não respondeu imediatamente a pedidos de comentários.

Migração e ataques em Gwadar

Em Gwadar, ataques atingiram um acampamento que abrigava trabalhadores migrantes, resultando em 11 mortes, segundo o policial sênior Atta-ur-Rehman. O número anterior de óbitos foi revisado de cinco para 11, incluindo cinco homens, três mulheres e três crianças. As forças de segurança afirmaram ter matado seis militantes em Gwadar após responderem ao ataque.

Em Noshki, distrito de Balochistan, militantes teriam separado o administrador civil de maior posição na região, que afirmou, em vídeo nas redes sociais, estar sob custódia dos militantes. A Reuters não pôde verificar de forma independente o material.

Relatos também mencionam bloqueios breves de estradas em partes de Quetta e uma explosão perto de área de alta segurança, situação que foi colocada sob controle posteriormente. Autoridades afirmam que as operações de segurança continuam para assegurar a região.

Balochistan é o maior e o mais pobre apologo do Paquistão, com histórico de insurgência de grupos étnicos Baloch. O governo paquistanês sustenta que a violência conta com apoio de atores estrangeiros, acusação rejeitada pela Índia.

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