- Até quarenta e um mortos no incêndio do bar Le Constellation, em Crans-Montana, durante as comemorações de ano novo; a jovem suíça de dezoito anos morreu em Zurique, em trinta e um de janeiro.
- As vítimas tinham entre quatorze e trinta e nove anos, a maioria adolescentes; cento e quinze pessoas ficaram feridas.
- A hipótese principal é de que o fogo começou quando garrafas de champanhe com pavios ficaram muito perto da espuma isolante no teto do porão.
- Quatro pessoas estão sob investigação criminal: os co-proprietários do bar, o chefe de segurança pública de Crans-Montana e um ex-fornecedor de segurança contra incêndios da cidade.
- Vítimas gravemente feridas foram transferidas para hospitais na Suíça e em quatro países europeus; quarenta e quatro pacientes estavam sendo tratados no exterior, distribuídos entre França, Itália, Alemanha e Bélgica, enquanto trinta e sete seguiam em hospitais suíços.
18 pessoas morreram e 115 ficaram feridas após o incêndio no bar Le Constellation, em Crans-Montana, nos Alpes suíços. O incidente ocorreu durante as comemorações de Ano Novo, em 1º de janeiro de 2026, e a cidade recebeu socorro emergencial.
Apenas quatro vítimas tinham mais de 24 anos. Entre os mortos estavam 23 nacionais suíços, incluindo uma dupla nacionalidade franco-suíça, e 18 estrangeiros de diversas nacionalidades. A faixa etária dos falecidos variou de 14 a 39 anos.
Um adolescente suíço de 18 anos morreu no hospital em Zurique no dia 31 de janeiro, elevando o total de vítimas para 41. A morte foi anunciada pela promotoria pública do cantão de Valais, Beatrice Pilloud, que detalhou que a investigação permanece em curso.
O que aconteceu
O fogo atingiu o bar no início de 1º de janeiro, envolvendo a área do teto com espuma isolante, segundo autoridades. Investigações apontam que garrafas de espumante com pipocas/estalos próximos à espuma podem ter contribuído para a propagação.
Envolvidos e investigação
Quatro pessoas estão sob investigação criminal: os co-proprietários do bar, o chefe de segurança pública de Crans-MMontana e um ex-profissional de combate a incêndios da cidade. A promotoria não divulgou novas informações no momento.
Desdobramentos médicos e logísticos
Após o incidente, feridos graves foram transferidos para hospitais e unidades de queimados na Suíça e em quatro países europeus. Até segunda-feira, 44 pacientes estavam recebendo tratamento no exterior, com 18 na França, 12 na Itália, oito na Alemanha e seis na Bélgica. No país, 37 pacientes permaneciam em hospitais suíços.
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