- Chile registrou oficialmente a candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da ONU, com apoio de Brasil e México.
- Bachelet tem 73 anos, foi presidente do Chile em dois mandatos e ocupou cargos na ONU, incluindo ONU Mulheres e Alto Comissariado para os Direitos Humanos.
- A sonhada vaga no máximo da ONU já teve apenas uma mulher ao longo de oitenta anos, e a América Latina vê a região como favorita para ocupá-la agora.
- A candidatura de Bachelet é apresentada juntamente com Brasil e México, conforme anuncio feito em coletiva no palácio presidencial, em Santiago.
- Além de Bachelet, concorrem Rebeca Grynspan (Costa Rica), Alicia Bárcena (México), Mia Mottley (Barbados) e Rafael Grossi (Argentina).
Embaixada Chileia confirma a candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da ONU. A iniciativa contou com o apoio do Brasil e do México, anunciados pelo presidente Gabriel Boric durante coletiva em Santiago, nesta segunda-feira, 2.
Bachelet, 73 anos, é médica pediatra de formação. Foi presidente do Chile em dois mandatos (2006-2010 e 2014-2018). Também atuou como diretora-executiva da ONU Mulheres (2010-2013) e alta comissária de Direitos Humanos da ONU (2018-2022).
A candidatura visa substituir António Guterres, cujo segundo mandato termina em 31 de dezembro de 2026. A escolha segue a prática de rotação regional e a percepção de que a vaga deve ser ocupada por uma mulher na América Latina.
Concorrentes ao cargo
Outras candidaturas incluem Rebeca Grynspan (Costa Rica), secretária-geral da UNCCT; Alicia Bárcena (México), secretária do Meio Ambiente; Mia Mottley (Barbados), primeira-ministra; e Rafael Grossi (Argentina), chefe da AIEA.
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