- O presidente do Chile, Gabriel Boric, anunciou a indicação conjunta com Brasil e México de Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da ONU.
- A candidatura foi oficialmente anunciada nesta segunda-feira e defendida por Boric para dar voz à América Latina e ao Caribe na ONU.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil apoia a candidatura de Bachelet “com grande honra”.
- Lula destacou que, após oito décadas, é hora de a ONU ser liderada por uma mulher, citando a trajetória de Bachelet como credencial para o cargo.
- Bachelet já ocupou a presidência do Chile duas vezes, foi primeira subsecretária-geral e diretora-executiva da ONU Mulheres, e atuou como alta comissária de Direitos Humanos (2018–2022).
O Chile anunciou, nesta segunda-feira, a indicação conjunta da ex-presidente Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da ONU, com o apoio de Brasil e México. A candidatura foi apresentada formalmente pelos governos do Chile, México e Brasil.
Bachelet já ocupou cargos relevantes na ONU: foi diretora-executiva da ONU Mulheres e alta comissária para os Direitos Humanos. Os países destacam sua experiência em multilateralismo, direitos humanos e políticas públicas, em um contexto de conflitos e desigualdades globais.
A iniciativa foi anunciada pelo presidente chileno em fim de mandato, Gabriel Boric, que ressaltou a finalidade de ampliar a voz da América Latina e do Caribe na governança da organização. Lula também manifestou apoio, ressaltando que é hora de uma mulher liderar a ONU após oito décadas.
Declarações de Boric e Lula
Boric afirmou que a candidatura reforça os valores da ONU e a participação regional na solução de grandes desafios. Afirmou ainda que a América Latina pode contribuir para soluções coletivas no cenário internacional.
Lula disse apoiar a candidatura com grande honra, destacando que Bachelet reúne as credenciais para liderar a organização. Ressaltou a trajetória de Bachelet, marcada pela defesa dos direitos humanos e pela agenda feminina.
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