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Lula apoia ex-presidente do Chile na candidatura à Secretaria-Geral da ONU

Lula apoia Michelle Bachelet à Secretaria-Geral da ONU, destacando liderança feminina, direitos humanos e multilateralismo, diante do término de Guterres em 31 de dezembro de 2026

A ex-presidente do Chile Michelle Bachelet durante entrevista à Folha no Palácio do Itamaraty em 2024
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  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou apoio à candidatura de Michelle Bachelet à Secretaria-Geral da ONU
  • Lula destacou a trajetória de Bachelet como primeira mulher a presidir o Chile e a primeira a ocupar os cargos de ministra da Defesa e da Saúde, além de ter sido diretora-executiva da ONU Mulheres
  • O apoio enfatiza a experiência, liderança e compromisso com o multilateralismo para conduzir a ONU em um contexto de conflitos, desigualdades e retrocessos democráticos
  • A reportagem aponta fragilidade da ONU na mediação de conflitos desde a criação do Conselho de Paz de Donald Trump
  • Se eleita, Bachelet substituirá o atual secretário-geral Antonio Guterres, cujo mandato encerra em 31 de dezembro de 2026

O presidente Lula manifestou apoio nesta segunda-feira à candidatura de Michelle Bachelet para a Secretaria-Geral da ONU. A declaração ocorreu em post no X e destacou a experiência da ex-presidente do Chile frente a desafios globais.

Lula lembrou que Bachelet foi a primeira mulher a governar o Chile, em dois mandatos, além de ter ocupado os cargos de ministra da Defesa e da Saúde. Também atuou como primeira diretora-executiva da ONU Mulheres e como alta comissária de Direitos Humanos.

A avaliação do Palácio do Planalto é de que a trajetória de Bachelet fortalece o multilateralismo em um momento de fragilidade da mediação internacional frente a conflitos e desigualdades, segundo a leitura do governo.

Caso eleita, Bachelet assumiria o posto deixado por Antonio Guterres, cujo mandato encerra em 31 de dezembro de 2026. A escolha ocorre em meio a debates sobre o papel da ONU na condução de conflitos globais.

O governo também se preocupa com a possível sobreposição entre o Conselho de Paz promovido durante a gestão de Donald Trump e as forças da ONU, o que ainda gera questionamentos sobre coordenação e atuação no cenário internacional.

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