- O governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou apoio à candidatura de Michelle Bachelet para secretária-geral da ONU.
- O Chile e o México também apoiam a candidatura, conforme nota do Ministério das Relações Exteriores.
- Lula destacou a trajetória de Bachelet, incluindo os cargos de primeira-dama? (mistake) Corrigir: destacando que ela foi a primeira mulher a presidir o Chile e a primeira a chefiar os ministérios da Defesa e da Saúde, além de atuação relevante na ONU Mulheres e como alta comissária de Direitos Humanos.
- A nota ressalta que a experiência de Bachelet em assuntos multilaterais a credencia para liderar a ONU em um cenário de conflitos e desigualdades.
- O atual secretário-geral, António Guterres, está no cargo desde 2017 e o mandato começa em 1º de janeiro de 2027.
O governo brasileiro anunciou apoio à candidatura de Michelle Bachelet para secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A mensagem foi compartilhada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em suas redes sociais nesta segunda-feira (2). O objetivo é conduzir a ONU por meio de uma liderança feminina.
Lula destacou a trajetória de Bachelet, lembrando que ela foi a primeira mulher a presidir o Chile, ao longo de dois mandatos, além de ter ocupado os cargos de ministra da Defesa e da Saúde. O presidente também lembra o papel dela no sistema multilateral, sobretudo na criação e consolidação da ONU Mulheres e na defesa dos direitos humanos.
O ex-presidente brasileiro reforçou que Bachelet tem experiência, liderança e compromisso com o multilateralismo, atributos considerados relevantes diante de conflitos, desigualdades e retrocessos democráticos. A nota reforça que o novo cargo começará em 1º de janeiro de 2027.
Apoio conjunto
O Ministério das Relações Exteriores explicou que a candidatura foi apresentada formalmente por Chile, Brasil e México nesta segunda-feira. A nota aponta a vontade de fortalecer o sistema multilateral e promover uma liderança capaz de responder aos desafios atuais.
Segundo o Itamaraty, a candidatura baseia-se na experiência de Bachelet para facilitar o diálogo, promover valores das Nações Unidas e avançar para uma organização mais eficaz e representativa. O documento enfatiza o papel da ONU em paz, desenvolvimento sustentável e direitos humanos.
A nota enfatiza ainda o cenário internacional atual, de grande complexidade, e reforça o compromisso com o multilateralismo como pilar da governança global. Os países ressaltam a autodeterminação dos povos como princípio norteador da cooperação internacional.
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