- O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitri Medvedev, disse que o “roubo” dos EUA do presidente venezuelano Nicolás Maduro que caiu quebrou as relações internacionais.
- Medvedev afirma que o ocorrido viola normas do direito internacional.
- Ele sugeriu que a Venezuela poderia interpretar o episódio como um ato de guerra.
- A declaração foi dada durante entrevista externa a Moscou, para Reuters, TASS e o bloguista WarGonzo.
Dmitry Medvedev, vice‑presidente do Conselho de Segurança da Rússia, afirma que a suposta ação dos Estados Unidos com relação ao ex‑presidente venezuelano Nicolas Maduro configura apropriação de recursos e pode ser interpretada por Caracas como ato de guerra. A declaração foi feita em Moscou.
Em entrevista concedida ao Reuters, à agência TASS e ao WarGonzo, Medvedev negou a legitimidade da atuação norte‑americana e afirmou que o episódio viola normas do direito internacional. O encontro ocorreu na região de Moscou, segundo o relato das agências.
Segundo o ex‑vice de Putin, o episódio quebra o sistema de relações internacionais vigente. Ele argumentou que, se uma força estrangeira tivesse “levado” o presidente dos Estados Unidos, o país seria levado a considerar o ato como de guerra. A fala reforça a linha de crítica russa a intervenções externas.
Contexto internacional
Medvedev enfatizou que a situação representa uma ruptura na ordem global, segundo ele potencialmente questionável sob a ótica de Caracas. O posicionamento ocorre em meio a acirradas disputas entre Rússia e EUA sobre intervenções em lideranças latino‑americanas e soberania nacional.
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