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Primeira Art Basel Qatar aponta novo modelo para feiras de arte na região

Art Basel Qatar inaugura formato museal com 87 galerias em sete espaços de Doha, mirando vendas a museus e instituições da região

The fair is taking place across seven venues, including the M7 space (above), an innovation and start-up hub run by Qatar Museums, with special projects located between principal sites
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  • Art Basel Qatar estreou com oitenta e sete galerias, distribuídas em sete locais no campus Msheireb, Doha, com apresentações solo de artistas.
  • O formato é aberto, sem estandes, com layout quase museal; Wael Shawky atua como diretor artístico para priorizar curadoria sobre comercialismo.
  • Um dos objetivos é a venda institucional, mirando museus de Doha e equipes de colecionadores institucionais de cidades como Londres e Nova York.
  • A participação destaca presença de artistas da região, com cerca de oitenta por cento dos projetos especiais vindos da região, mesclando figuras globais e locais.
  • Os espaços incluem o M7, o Doha Design District e outras áreas, com projetos entre os locais, como instalações de Rayyane Tabet e uma apresentação em 3D de Beckett’s Chair Portrait Rotated de Bruce Nauman.

Art Basel Qatar inaugura um novo modelo de feira de arte na região, reunindo 87 galerias em sete espaços no campus Msheireb, no centro de Doha. A mostra privilegia apresentações solo de artistas em um layout aberto, sem estandes, com foco curatorial em vez de comercial. Wael Shawky atua como diretor artístico.

As galerias trazem nomes históricos ao lado de jovens praticantes, com a expectativa de venda institucional a museus de Doha e a equipes de coleta de organizações internacionais. A proposta é ampliar o alcance de colecionadores institucionais que devem chegar de várias regiões.

Formato e curadoria

Vincenzo de Bellis, diretor global de feiras da Art Basel, afirma que o formato é pensado para cada lugar. Doha busca uma experiência mais focada na trajetória dos artistas, abrindo espaço para novos públicos globais da instituição.

A curadoria enfatiza qualidade museológica, não apenas obras monumentais, e prioriza relevância para a carreira dos artistas. A mostra ocupa sete espaços diferentes, incluindo o M7, hub de inovação da Qatar Museums, e o Doha Design District.

Programação e presença regional

Quase 80% dos projetos especiais são de artistas da região, segundo a organização. A curadoria busca equilibrar galerias internacionais de peso—David Zwirner, Gagosian, Hauser & Wirth—com representatividade árabe local.

Entre as obras, destaca-se a instalação de Rayyane Tabet, em estrutura de aço com folhas de palmeira, sugerindo temas de paisagem e extração de petróleo. Bruce Nauman também é referência em uma projeção 3D de formato único.

Logística e incentivo a instituições

Está em curso uma estratégia de venda institucional, com museus de Doha e equipes de aquisição visitando a feira. A organização informa que parte da hospedagem e passagens de colecionadores e curadores é bancada pela feira.

A iniciativa chega após a abertura da Diriyah Contemporary Art Biennale, na Arábia Saudita, fortalecendo o interesse de colecionadores americanos e asiáticos pela região. O objetivo é conectar artistas árabes a uma rede global de museus e instituições.

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