- Vítimas de Jeffrey Epstein buscam bloquear a página do Departamento de Estado dos EUA que abriga milhões de arquivos do escândalo após a divulgação indevida dos nomes.
- Uma audiência sobre o pedido está marcada para quarta-feira, 4, em Nova York, segundo o juiz responsável, Richard Berman.
- A ação sugere a suspensão do site até que irregularidades sejam corrigidas e que haja a nomeação de um supervisor independente para acompanhar o processo.
- Os advogados das vítimas dizem que a divulgação pública de informações pessoais prejudicou a vida de cerca de 100 sobreviventes.
- O novo lote de documentos, divulgado na sexta-feira anterior, cita pessoas públicas como o presidente Donald Trump, Bill Gates, Howard Lutnick e Richard Branson.
O grupo de vítimas de Jeffrey Epstein moveu uma ação para bloquear a página do Departamento de Estado dos EUA que reúne milhões de arquivos sobre o escândalo. A medida ocorre após a divulgação indevida de nomes de vítimas. Uma audiência foi marcada para esta quarta-feira, 4, em Nova York.
Segundo a ação, a divulgação sem ocultar dados pessoais causou impactos significativos em cerca de 100 sobreviventes. Os advogados Brittany Henderson e Brad Edwards alegam falhas institucionais graves, que justificariam a suspensão do site até que irregularidades sejam corrigidas.
O juiz Richard Berman administra o caso e deverá conduzir a audiência. Os autores também pedem a nomeação de um supervisor independente para acompanhar o andamento do processo. O lote recente de documentos menciona figuras públicas, incluindo Donald Trump, Bill Gates, Howard Lutnick e Richard Branson.
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