- Oitoze mortos em Gaza, incluindo quatro crianças, em ataques israelenses de artilharia e aviões, com movimentos atingidos em Gaza City e Khan Younis.
- A evacuação de pacientes pela fronteira Rafah com o Egito foi suspensa, poucos dias após ter sido reaberta.
- Um hospital em Khan Younis recebeu pacientes prontos para evacuação, mas foi informado de que as movidas estavam adiadas.
- O Comitê de Acesso a Gaza (Cogat) informou que Rafah continua aberta, mas não recebeu as informações de coordenação da Organização Mundial da Saúde; a OMS não respondeu.
- Desde o início do cessar-fogo, mais de cinqüenta e três centenas de pessoas morreram em Gaza; 16 pacientes e 40 acompanhantes teriam atravessado para o Egito na terça-feira, segundo médicos e fontes palestinas.
Doze mensagens de RP: Israel lançou ataques a Gaza com tiros de artilharia e bombardeios aéreos que causaram 18 mortes, entre elas quatro crianças, segundo autoridades palestinas. As ofensivas atingiram Gaza City e Khan Younis, no sul.
O Exército israelense disse ter respondido a um tiroteio contra soldados e à lesão grave de um reservista. Em paralelo, o controle do corredor de Rafah informou que o fluxo de pacientes foi interrompido, dois dias após a abertura do posto para o Egito.
A Cruz Vermelha e o Ministério da Saúde de Gaza indicaram que pacientes já estavam no caminho para Rafah para tratamento quando foi anunciado o fechamento. O Ministério da Saúde local relatou atraso na passagem apesar da abertura recente.
Rafah e coordenação humanitária
A autoridade israelense responsável pelo acesso a Gaza, o Cogat, afirmou que Rafah permanece aberto, mas não recebeu as informações de coordenação da Organização Mundial da Saúde para facilitar a travessia. A OMS não respondeu a pedidos de comentário.
Nos últimos dias, a passagem já havia permitido a saída de 16 pacientes e 40 acompanhantes de Gaza rumo ao Egito, segundo médicos. Um policial de Hamas mencionou que pelo menos 40 pessoas cruzaram de Egito para Gaza na noite de terça-feira.
A Reuters e outras agências destacam que, após a retomada da trégua em outubro, a região tenta avançar com a primeira fase do acordo promovido pelo plano do governo dos EUA, visando reconstrução e governança. Principais impasses incluem retirada de militares de áreas ocupadas e desarmamento de Hamas.
Desde o início do cessar-fogo, as forças israelenses registraram mais de 530 mortes em Gaza, a maioria civis, segundo autoridades de saúde locais. Em contrapartida, militantes palestinos mataram quatro soldados israelenses no mesmo período, conforme fontes israelenses.
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