- Novos documentos públicos revelam contatos de Jeffrey Epstein com várias personalidades, incluindo o presidente dos EUA, Donald Trump, e a princesa Mette-Marit, além de outras figuras públicas.
- Epstein, que morreu na prisão em 2019, criou, com Ghislaine Maxwell, uma rede de exploração sexual de meninas e jovens, que ele abusou ao longo de anos.
- Trump já disse que era amigo de Epstein; o presidente assinou, em novembro, uma lei para desclasificar todos os papéis do caso, resultando na divulgação de vínculos mais próximos com outras personalidades.
- Entre as revelações, há mensagens entre Epstein e Mette-Marit após a condenação de Epstein; o ex-ministro britânico Peter Mandelson renunciou ao cargo no Parlamento britânico por sua relação com Epstein.
- A divulgação inclui citações sobre o número de vítimas e acusação não verificada no FBI; entre os nomes citados aparecem Bill Clinton, Kevin Spacey, Elon Musk, Bill Gates e Stephen Hawking, sem que se atribuam crimes.
Jeffrey Epstein, magnata condenado por abuso de menores, liderou uma rede de exploração sexual com a ajuda de Ghislaine Maxwell. A divulgação de mais de 3 milhões de documentos reacende o foco sobre contatos com figuras públicas, incluindo Donald Trump e a realeza norueguesa.
O material, divulgado após pressão do movimento MAGA, mostra vínculos além do já conhecido. Trump reconheceu ter mantido relação de amizade com Epstein por 15 anos e viajou em seu jet privado diversas vezes.
Quem era Jeffrey Epstein
Nascido em 1953, em Brooklyn, começou como professor antes de migrar para a banca de investimento. Criou a firma J. Epstein & Co, destinada a clientes com ativos superiores a US$ 1 bilhão, permitindo vida de alto luxo.
Por que a história persiste
Epstein foi preso em 2019 por tráfico de menores; cometeu suicídio na prisão em agosto daquele ano. Maxwell, ex-namorada dele, cumpre 20 anos de prisão por facilitar abusos.
O que dizem os novos documentos
Entre os papéis aparecem contatos com a princesa Mette-Marit; o primeiro-ministro da Noruega criticou a falta de critério na relação após as condenações. Peter Mandelson enfrentou renúncia e apuração policial em Londres.
A presença de Trump nas desclassificações
O nome de Trump aparece mais de 4500 vezes nos documentos. Uma mensagem destaca acusações não verificadas de agressões a menores recebidas pelo FBI. A divulgação completa gerou críticas por dados sensíveis.
Outras figuras associadas
Entre os citados estão o príncipe Andrew, Bill Clinton, Kevin Spacey, Elon Musk, Bill Gates e Stephen Hawking. A menção não implica crime; apenas mostra fluxos de contatos existentes nos papéis desclassificados.
Contexto político e legal
Trump assinou, em 2025, lei para desclassificar papéis do caso, após votação no Congresso. A assessora Pam Bondi informou que apenas 1% dos papéis havia sido desclassificado até o início de janeiro.
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