Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Estreito de Taiwan: direito internacional, não provocação, diz diplomata francês

Missões no Estreito de Taiwan visam o direito internacional, não provocação, segundo representante francês em Taipei; bloco do G7 reforça defesa do status quo

Reuters logo
0:00
Carregando...
0:00
  • MISSÕES NO Estreito de Taiwan são, segundo Franck Paris, sobre direito internacional, não provocação, com navios circulando em águas internacionais.
  • Paris afirmou que o objetivo é deixar claro que o direito internacional prevalece na região, em meio a tensões com a China.
  • Países do G7, incluindo França, têm incluído em seus comunicados a manutenção do status quo e o repúdio ao uso de força ou coerção no estreito.
  • A última passagem pública confirmada de um navio da marinha francesa pelo estreito foi em 2024; Taiwan recebe essas transações como apoio à liberdade de navegação.
  • França, sem relações diplomáticas formais com Taiwan, atua como parceira em defesa, com empresas francesas ajudando na manutenção de armamentos que ainda são usados pela guarda taiwanesa.

Dois a três navios de nações estrangeiras navegam pelo Estreito de Taiwan para afirmar o direito internacional, sem qualquer provocação, segundo Franck Paris, chefe do escritório da França em Taipei. A declaração ocorreu nesta quinta-feira, em Taipei, durante entrevista a jornalistas.

Paris afirmou que as ações visam esclarecer que o direito internacional deve prevalecer nas águas entre Taiwan e o continente. O objetivo é manter o status quo e evitar uso de força ou coerção, disse o diplomata, que lidera a França no G7 no próximo ano.

O envolvimento de França ocorre em meio a transits frequentes de navios norte-americanos pelo estreito, motivo de irritação de Pequim. Além dos EUA, aliados como França, Austrália, Reino Unido e Canadá realizam viagens que geram tensão com a China.

Contexto regional

Paris destacou que, nos últimos anos, é comum o G7 incluir mensagens sobre manter o status quo no estreito e opor-se à coercção. Países parceiros têm coordenado ações para enviar esse sinal de forma consistente.

Não há confirmação de novas passagens francesas pelo Estreito desde 2024. Taiwan, que rejeita as reivindicações chinesas, recebe com cautela esse tipo de transito como apoio à liberdade de navegação.

Papel francês e apoio a Taiwan

França mantém relações diplomáticas informais com Taiwan, reconhecido pela democracia. O país já forneceu aeronaves Mirage e fragatas no passado, e empresas francesas ajudam na manutenção dos ativos de defesa taiwaneses.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais