- Lula disse que a prioridade na Venezuela é fortalecer a democracia, e não o retorno de Nicolás Maduro.
- Maduro teria sido levado para ser julgado fora do país após uma operação militar dos Estados Unidos.
- O presidente afirmou não saber se a gestão interina convocará eleições; defendeu que a responsabilidade é dos venezuelanos e mencionou ter tratado do tema com Donald Trump.
- Disse que a América do Sul não deve ser palco de mais um conflito armado e que a região é uma zona de paz, sem armas nucleares.
- Reforçou que o objetivo é crescer economicamente, fortalecer o processo democrático e melhorar a vida de milhões de latino-americanos.
Nesta quinta-feira (5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a prioridade na Venezuela é fortalecer a democracia, não o retorno do ex-presidente Nicolás Maduro. Maduro foi levado para avaliação jurídica fora do país após uma operação militar dos EUA.
Em entrevista à colunista Daniela Lima, do UOL, Lula destacou que 8 milhões de venezuelanos que hoje estão no exterior poderiam retornar caso a democracia seja efetiva no país. A afirmação não aponta data para eventual retorno, apenas ressalta a preocupação com condições democráticas.
O presidente disse ainda que não sabe se a gestão interina venezuelana convocará eleições, mas defendeu que a responsabilidade pela organização do pleito cabe aos venezuelanos, mencionando ter tratado do tema com o presidente Donald Trump. Lula ressaltou que a América do Sul não deve ser palco de conflito armado.
Para ele, a região é uma zona de paz, sem armas nucleares, e o objetivo é crescer economicamente, fortalecer a democracia e melhorar a vida de milhões de latino‑americanos. A mensagem é de que a América Latina não pode continuar como uma parte pobre do mundo.
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