- O presidente Bola Tinubu enviou um batalhão do exército ao distrito de Kaiama, no estado de Kwara, após o ataque que matou 170 pessoas em Woro na noite de terça.
- O ataque em Woro é o mais mortal deste ano no Kwara, estado que faz fronteira com o Níger.
- A violência amplia temores de que facções jihadistas do norte avancem para o sul, em direção à floresta de Kainji.
- Tinubu afirmou que a nova unidade visa conter ataques e proteger comunidades remotas, condenando o ataque como covarde e bárbaro.
- Moradores disseram que os jihadistas pregavam na vila; cerca de 38 casas foram destruídas, e as pessoas recusaram impor regras extremistas.
O governo da Nigéria mobilizou um batalhão do Exército para o distrito de Kaiama, no estado central de Kwara, após um ataque durante a noite que deixou 170 mortos em Woro. A operação visa conter novas ações e proteger comunidades remotas.
O ataque de terça-feira é o mais letal deste ano em Kwara, zona que faz fronteira com Níger e vem registrando ataques de militantes e sequestros em massa. Analistas alertam que facções jihadistas do norte podem se deslocar para o eixo Níger-Kwara, em direção à floresta de Kainji.
O presidente Bola Tinubu autorizou a ação militar para prevenir novas investidas. A operação busca reduzir ameaças futuras e reforçar a segurança local, em meio a críticas sobre a violência e o impacto sobre civis.
38 casas foram destruídas na vila, segundo Saidu Baba Ahmed, deputado da região na Assembleia estadual. Testemunhas afirmam que os insurgentes pregavam uma narrativa religiosa e atacaram quem se recusou a aceitar imposições extremistas.
Ataque em Katsina
Em Katsina, estado do norte, um segundo ataque na terça-feira deixou pelo menos 21 mortos, com moradores e a polícia informando que os ataques ocorreram casa a casa.
Ação conjunta do governo federal com parceiros internacionais é alvo de debate, enquanto autoridades reiteram esforço para melhorar a segurança e coibir ações extremistas na região.
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