- Raquel de Souza Lopes, 54 anos, natural de Santa Catarina e cozinheira, foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal a 16 anos e meio de prisão por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023.
- Ela estava em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, rompeu o monitoramento e fugiu em 2024, iniciando trajetória rumo à Argentina.
- Em seguida, percorreu a América Latina — Peru, Colômbia e México — e, em janeiro, cruzou a fronteira com os Estados Unidos pelo Texas de forma irregular.
- Após a entrada irregular, foi presa pelo Immigration and Customs Enforcement (ICE) e deportada para o Brasil; a Polícia Federal a deteve no Aeroporto Internacional de Confins, em Minas Gerais.
- No desembarque no Brasil, a PF prendeu outros quatro brasileiros deportados dos EUA: um procurado por homicídio qualificado, outro por posse ilegal de arma, o terceiro por homicídio e o quarto por furto.
Raquel de Souza Lopes, 54 anos, natural de Santa Catarina e cozinheira, foi presa ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Confins, em Minas Gerais. Ela retornava ao Brasil após ser deportada dos Estados Unidos.
A prisão ocorreu nesta quinta-feira, 5, quando a mulher chegou ao Brasil pela via aérea e foi encaminhada à Polícia Federal. Ela cumpria prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, que rompeu em 2024, levando-a a fugir.
A perseguição migratória se estendeu pela América Latina, segundo a PF. Ela entrou no Peru, seguiu à Colômbia, passou pelo México e, em janeiro, cruzou ilegalmente a fronteira com os EUA pelo Texas.
Contexto e desdobramentos
O fim da fuga ocorreu após a detenção pelas autoridades de imigração dos EUA, o ICE, por entrada irregular. Deportada, Raquel foi presa pela PF no aeroporto e encaminhada ao sistema prisional brasileiro.
A PF informou que, no desembarque no Brasil, outros quatro brasileiros deportados dos EUA também foram presos. Um era procurado por homicídio qualificado, outro por posse ilegal de arma, o terceiro por homicídio e o quarto por furto.
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