- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o Brasil só participará do Conselho de Paz de Trump se Gaza for incluída na pauta e houver presença palestina na direção do colegiado.
- Lula afirmou que o Brasil tem posição clara de apoio à causa palestina e que a participação depende de alinhamento com os objetivos do colegiado.
- O presidente ressaltou o compromisso com uma solução diplomática e com o diálogo entre as partes envolvidas.
- A discussão sobre a participação brasileira ocorreu após a proposta de Trump de criar um colegiado internacional para mediar a paz na região.
- Lula disse que o Brasil está disposto a ajudar na crise entre os Estados Unidos e a Venezuela, priorizando a promoção da paz na América do Sul e no Oriente Médio.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira que o Brasil só participará do Conselho de Paz proposto por Trump se a pauta incluir o tema Gaza e a presença palestina na direção do colegiado. A declaração foi feita em tom de condicionamento à participação brasileira.
Segundo Lula, o Brasil mantém posição clara de apoio à causa palestina. A participação no conselho dependerá do alinhamento dessa posição com os objetivos do órgão e do respeito aos direitos do povo palestino.
O mandatário enfatizou a busca por uma solução diplomática para o conflito e o diálogo entre as partes envolvidas. A discussão sobre o Brasil no referido conselho surgiu após a proposta de Trump de criar um mediador internacional para a região.
Condições para participação
A condição central é a inclusão de Gaza na pauta do conselho e a presença de representantes palestinos na direção do colegiado. Lula disse que o Brasil deseja contribuir para a paz, desde que haja esse alinhamento com direitos humanos.
Contexto regional
Lula afirmou que o Brasil está disposto a ajudar na crise entre EUA e Venezuela, mantendo o foco na promoção da paz e da estabilidade na América do Sul e no Oriente Médio. A posição brasileira segue a defesa de soluções diplomáticas.
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