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Policial de Nova York que atingiu suspeito com cooler é condenado por homicídio culposo

Sargento da Polícia de Nova York é condenado por homicídio culposo em segundo grau por arremessar cooler de piquenique que provocou a morte de Eric Duprey em 2023

Gretchen Sotoaw, the mother of Eric Duprey, stands beside a speaker outside Bronx criminal court in New York City on Friday.
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  • Um sargento da polícia de Nova York, Erik Duran, foi condenado por homicídio culposo em segundo grau por jogar uma cooler carregada de bebidas que fez Eric Duprey sofrer um acidente fatal em 2023, no Bronx.
  • O veredito foi dado pelo juiz Guy Mitchell em tribunal criminal no Bronx; Duran era o primeiro agente do NYPD em anos a ser julgado por morte durante o serviço.
  • Duprey morreu após perder o controle da scooter motorizada e colidir com um árvore e com um carro estacionado, após a cooler atingir o veículo.
  • Duran, que já havia sido suspenso com pagamento e foi demitido após a condenação, pode pegar até 15 anos de prisão na sentença marcada para 19 de março.
  • A promotoria, liderada pela procuradora-geral Letitia James, sustentou que a morte não foi acidental e ocorreu por ações negligentes e intencionais do oficial; a acusação de homicídio criminosamente negligente foi mantida apenas para decisão, com a acusação de agressão já rejeitada.

O policial Erik Duran, da Polícia de Nova York, foi condenado nesta sexta-feira por homicídio culposo em segundo grau após arremessar uma cooler de piquenique cheia de bebidas contra um suspeito em fuga, em 2023, no Bronx. A decisão veio em tribunal distrital.

O juiz Guy Mitchell informou a sentença após o veredito, ressaltando que a condição de ser policial não altera a responsabilidade do acusado. Duran foi considerado culpado pelo resultado fatal da ação ao atingir Eric Duprey.

Duprey, de 38 anos, faleceu após perder o controle da scooter motorizada e colidir com uma árvore, vindo a falecer no local. O incidente ocorreu durante uma operação de narcóticos em que Duran participava.

Duran havia sido suspenso com remuneração durante o julgamento e, após a condenação, foi desligado do cargo, conforme determinação da legislação estadual. A pena máxima para o caso pode chegar a 15 anos de prisão na próxima audiência de sentencing, marcada para 19 de março.

Além da manslaughter, o réu enfrentava acusações de homicídio culposo e agressão. A acusação de agressão foi rejeitada pela Justiça, que manteve apenas a condenação pela forma mais grave de homicídio. A acusação de homicídio culposo permanece sem veredito definitivo.

A promotoria sustentou que Duprey não representava ameaça e que a morte decorreu de ações de Duran, não de um acidente. O Ministério Público argumentou que o policial poderia ter recuado ou adotado outra medida para conter Duprey antes de arremessar a cooler.

Letitia James, procuradora-geral do estado, informou que a família de Duprey recebeu a decisão como uma forma de justiça. A defesa de Duran não havia respondido até o fechamento desta edição.

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