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Anarquistas assumem sabotagem ferroviária durante as Olimpíadas na Itália

Grupo anarquista reivindica sabotagem ferroviária durante Jogos de Inverno na Itália, provocando atrasos de até duas horas e meia nos trens e protestos em Milão

A woman looks at a board announcing delays at the Milan train station, as Italian police investigate possible sabotage to electricity cables near the city of Bologna that have caused delays to a large part of the national railway network, in Milan, Italy, February 7, 2026.
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  • Um grupo anarquista declarou responsabilidade por sabotagem na infraestrutura ferroviária no norte da Itália, causando atrasos de até 2,5 horas em serviços de alta velocidade e regionais ao redor de Bolonha, no sábado.
  • O ataque ocorreu no primeiro dia completo dos Jogos Olímpicos de Inverno, com três episódios em locais distintos, segundo a polícia.
  • Em nota publicada online, o grupo afirmou que a repressão a manifestações sob o governo de Giorgia Meloni tornou a confrontação nas ruas ineficaz, levando à adoção de métodos clandestinos e sabotagem.
  • O vice-primeiro-ministro Matteo Salvini, responsável pelo Ministério dos Transportes, afirmou que serão presos os saboteurs e prometeu caçar os agressores onde estiverem.
  • Em Milão, cerca de cem manifestantes encapuzados participaram de protestos após se desviarem do grupo principal, lançando sinalizadores e fogos de artifício.

Um grupo anarquista reivindicou a responsabilidade por sabotagem a a infraestrutura ferroviária no norte da Itália, ocorrida no sábado, e pela interrupção do tráfego de trens no primeiro dia inteiro dos Jogos Olímpicos de Inverno. A ação teve impactos em serviços de alta velocidade e regionais, com atrasos de até duas horas e meia, sobretudo na região de Bolonha.

A polícia informou três episódios distintos em locais diferentes na manhã de sábado. Ainda não há comentários oficiais sobre a reivindicação apresentada online pelo grupo, e as investigações continuam em curso.

O governo italiano reagiu com tolerância zero aos atos, com o vice-primeiro-ministro e ministro dos Transportes, Matteo Salvini, prometendo prender os envolvidos. Ele afirmou que serão feitos todos os esforços para localizar e responsabilizar os saboteadores.

Os anarquistas afirmaram que a repressão a manifestações promovida pelo governo de Giorgia Meloni tornou a confrontação irrealizável e que, por isso, seria necessário recorrer a métodos clandestinos e sabotagens para provocar impacto.

Paralelamente, após a ação no rail, um grupo menor de cerca de 100 manifestantes encapuzados protestou em Milão, co-anfitriã dos Jogos, lançando sinalizadores e fogos de artifício contra a polícia ao se separar de uma passeata antiolímpica.

Meloni denunciou, no fim de semana, tanto os manifestantes de rua quanto os saboteadores como inimigos da Itália, enfatizando a necessidade de manutenção da segurança durante o evento.

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