- O Comando Sul dos Estados Unidos informou ter realizado mais um ataque mortal no Pacífico leste, eliminando dois supostos traficantes de drogas enquanto o barco passava por rotas conhecidas de narcotráfico.
- A operação ocorreu “sob a direção” do novo comandante da unidade, general Francis L. Donovan, que assumiu semanas antes, substituindo o almirante que se aposentou.
- A Costa Rica? (ignore) Não, mantenha foco: rescuers search for lone survivor; mergulhadores da Guarda Costeira dos EUA foram acionados para localizar um único sobrevivente.
- O anúncio foi divulgado com vídeo do ataque e descreve uma ação de interdição marítima na embarcação que operava naquele trajeto.
- Em paralelo, a Administração Trump segue com ações para confiscar embarcações ligadas ao petróleo venezuelano, incluindo o cargueiro Aquila II, retido no Oceano Índico enquanto o destino é decidido.
O Pentágono informou que a Defesa Sul dos EUA realizou mais um ataque no Pacífico leste, resultando na morte de dois supostos traficantes de drogas. A operação ocorreu na segunda-feira, durante a passagem de uma embarcação em rotas conhecidas de narcotráfico.
Segundo o comunicado, o ataque foi conduzido sob a direção do novo comandante da SOUTHCOM, general Francis L. Donovan, que assumiu o cargo na semana passada. A ação foi acompanhada de um vídeo que mostra o momento do ataque.
A Marinha dos EUA descreve a ação como um “direcionamento de operações militares” contra uma embarcação que trafegava pela região. A Guarda Costeira dos EUA foi acionada para buscar um possível único sobrevivente.
Contexto e desdobramentos no Pacífico
Até o momento, a contagem de mortes divulgada pelos militares atinge pelo menos 130, em 38 ataques, conforme registro do Pentágono compilado por veículos de reportagem.
No mesmo dia, autoridades disseram ter abordado um tanker sancionado no Oceano Índico, após rastrear o navio desde o Caribe, em operação ligada a sanções sobre o petróleo venezuelano. O objetivo é pressionar o governo de Nicolás Maduro.
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que a meta é capturar todas as embarcações associadas a redes de tráfico de petróleo, incluindo navios que fugiram da costa venezuelana após as ações contra o governo. Em tom firme, prometeu continuidade das ações.
O Aquila II, tanker sob bandeira panamense, aparece entre os navios interceptados, embora sua posição jurídica ainda não tenha sido definida. Fontes oficiais indicaram que o navio permanece retido enquanto se decide o destino final.
Dados de rastreamento indicam que o Aquila II passou grande parte do último ano com transponder desativado, prática comum entre traficantes para ocultar rotas. A embarcação não transportava carga de crude no momento da leitura mais recente.
O Pentágono divulgou que a operação de abordagem foi realizada de modo a realizar uma inspeção marítima, sob autoridade de medidas de quarentena impostas aos navios sancionados. A Marinha confirmou a participação de destróieres e de uma base móvel durante a ação no Oceano Índico.
A divulgação incluiu vídeos de operações, com imagens de mergulhos de destacamentos e do navio de apoio que acompanhou a abordagem. As imagens também mostram uma aeronave de helicóptero partindo da embarcação anunciada pela defesa como Miguel Keith.
Foi acrescentado que as ações visam cumprir políticas de controle de tráfico de drogas e de petróleo, com foco na dissuasão de redes criminosas que operam na região. A agenda e as operações seguem sob avaliação contínua das autoridades competentes.
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