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Funcionário chinês sênior defende repressão firme a separatistas de Taiwan

Wang Huning defende repressão firme a separatistas pró-independência de Taiwan e combate à interferência externa para manter a paz no estreito de Taiwan

CPPCC opening session in Beijing
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  • Um funcionário sênior chinês, Wang Huning, pediu ações resolutas contra forças separatistas de “Taiwan independence” neste ano para manter a paz no Estreito de Taiwan, segundo a Xinhua.
  • A declaração ocorreu na conferência de trabalho de 2026 sobre assuntos de Taiwan, realizada em Pequim, na qual Wang pediu apoio a forças patrióticas e unificadas em Taiwan.
  • O governo chinês afirmou que facilitará e ampliará intercâmbios entre as pessoas e bases de base transestreito.
  • Pequim mantém a posição de que Taiwan é território chinês e tem aumentado a pressão militar, incluindo exercícios, nos últimos anos, enquanto alerta forças externas para não interferirem.
  • Em telefonema com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Xi Jinping disse que a questão de Taiwan é a mais importante nas relações sino-americanas e que Washington deve tratar com prudência as vendas de armas a Taiwan; o pacote de armas dos EUA para Taiwan chegou a 11,1 bilhões de dólares em dezembro.

Um alto dirigente chinês chamou nesta semana para mobilizar esforços contra forças separatistas de “Taiwan independente” e evitar interferência externa, visando manter a paz na estreita de Taiwan, segundo a agência estatal Xinhua.

Wang Huning, quarto-chefe do Partido Comunista, fez as declarações durante a conferência anual sobre Taiwan, em Pequim, nesta segunda e terça-feira. A reunião definiu prioridades para o ano e o papel de simpatizantes em Taiwan.

O titular pediu apoio a forças patrióticas em Taiwan e ressaltou o aumento de intercâmbios entre pessoas e entre comunidades ao longo do estreito, conforme reportou a Xinhua. A liderança chinesa sustenta que Taiwan é território da China.

Beijing tem intensificado pressão militar sobre Taiwan nos últimos anos, incluindo exercícios e guerras simuladas. Países estrangeiros, especialmente os Estados Unidos, são advertidos a não se envolverem nos assuntos taiwaneses, segundo a leitura oficial.

Em rápida leitura de contexto, o presidente Xi Jinping manteve, na semana anterior, conversa com o presidente dos EUA, Donald Trump, destacando Taiwan como tema central nas relações bilaterais. A Casa Branca informou sobre o diálogo, de forma resumida.

O governo americano anunciou, em dezembro passado, um pacote de armas para Taiwan avaliado em 11,1 bilhões de dólares, segundo fontes oficiais, ampliando a aliança de segurança entre Taiwan e EUA. As informações refletem o desenrolar da tensão regional.

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