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Austrália acusa dois nacionais chineses de interferência estrangeira

Austrália indiciou dois nacionais chineses por interferência estrangeira; acusados de coletar informações sobre o grupo Guan Yin Citta em Canberra e devem comparecer ao tribunal

Mike Burgess, Australian Security Intelligence Organisation (ASIO) Director-General of Security, delivers the 2025 Lowy Lecture in Sydney
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  • Dois nacionais chineses vão a tribunal em Canberra por suspeita de interferência estrangeira, por coletarem informações sobre o grupo budista Guan Yin Citta, em nome de uma agência de segurança chinesa.
  • O caso envolve um homem de 25 anos e uma mulher de 31 anos, que teriam trabalhado com outra mulher chinesa já acusada em agosto; é o segundo caso de chineses denunciados sob as leis de interferência estrangeira de 2018, e o quarto e quinto indivíduos a serem acusados.
  • Cada réu enfrenta uma acusação de interferência estrangeira imprudente, com pena máxima de quinze anos de prisão, a ser definida na audiência em Canberra.
  • A investigação teve início no ano passado, a partir de informações fornecidas pela Australian Security Intelligence Organisation (ASIO).
  • O chefe de espionagem do país destacou que esse tipo de comportamento é inaceitável e que leis de interferência estrangeira são uma preocupação de segurança, especialmente com a China como principal parceiro comercial.

Em Canberra, dois nacionais chineses serão apresentados à justiça nesta quarta-feira após a polícia australiana os acusar de interferência estrangeira por supostamente coletarem informações sobre um grupo budista em nome de uma agência de segurança chinesa.

As vítimas são uma mulher de 31 anos e um homem de 25 anos. A acusação aponta que eles teriam trabalhado com outra mulher chinesa, que já foi indiciada em agosto, para obter dados sobre a filiação de Canberra do grupo Guan Yin Citta. A investigação foi iniciada no ano passado, com informações fornecidas pelo órgão de inteligência ASIO.

Cada réu enfrenta uma acusação de interferência estrangeira imprudente, com pena máxima de 15 anos de prisão, conforme a aparência no tribunal na capital australiana. O Ministério das Relações Exteriores da China em Canberra não respondeu de imediato a pedidos de comentário. A legislação de interferência estrangeira, adotada em 2018, já gerou tensões nas relações entre Canberra e Pequim.

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A polícia ressalta que diferentes regimes monitoram, assediam e intimidam membros de comunidades da diáspora australiana. O responsável pela inteligência australiana, Mike Burgess, afirmou que esse tipo de prática é inaceitável e não pode ser tolerado, em declaração conjunta com a polícia. Burgess destacou que a interferência estrangeira continua a ser uma das principais preocupações de segurança do país.

O caso se soma a outros dois processos anteriores envolvendo cidadãos australianos acusados de trabalhar com órgãos de inteligência chineses. O governo australiano afirma que a cooperação com a ASIO continua a monitorar atividades que possam colocar a segurança pública em risco.

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