- A FAA fechou, de forma temporária, o espaço aéreo de El Paso por 10 dias e o reabriu horas depois, gerando dispersão e insegurança na cidade.
- Não houve aviso prévio nem explicação detalhada, segundo autoridades locais, o que afetou voos comerciais, de carga e aviação geral.
- Voos cancelados e atrasos, além de desvio de ambulâncias aeromédicas para Las Cruces, New Mexico, conforme dados da FlightAware.
- Equipamentos cirúrgicos enviados de Dallas para hospitais da região não chegaram a tempo, ampliando preocupações com procedimentos médicos.
- Autoridades locais e a congressista Veronica Escobar pedem explicação formal. Não há confirmação de incursões de drones de cartéis mexicanos.
O espaço aéreo de El Paso, no Texas, foi fechado pela FAA por 10 dias durante a noite, atingindo voos comerciais, de carga e aviação geral. A decisão abrupta ocorreu sem aviso prévio e deixou moradores e autoridades sem explicação.
O fechamento afetou o aeroporto local, Fort Bliss e hospitais da região. Voos cancelados somaram 14, com pelo menos 13 atrasos, segundo o monitoramento de voos FlightAware. Evacuações médicas foram desviadas para Las Cruces, NM.
O prefeito Renard Johnson criticou a medida, apontando risco à população por falta de coordenação com a cidade, o aeroporto e serviços essenciais. Ele pediu explicações oficiais sobre o ocorrido.
A congressista Veronica Escobar também questionou a comunicação da FAA, afirmando que o anúncio não veio com antecedência ou clareza. Ela disse que drones de cartéis mexicanos não estão fora do comum e não foram confirmados pela cidade.
No fim da manhã, a FAA informou, via redes sociais, que não havia ameaça à aviação comercial e informou o retorno gradual do tráfego. A cidade aguarda esclarecimentos sobre a motivação da suspensão.
A comunidade local e autoridades em Juárez, cidade vizinha, acompanharam a repercussão do episódio. O prefeito de Juárez afirmou não haver informações oficiais da parte americana sobre drones ou incursões.
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