- A defesa do perito Eduardo Tagliaferro conseguiu adiar a audiência na Itália para o dia 20 de março, dando mais tempo para apresentar documentos do Brasil.
- O adiamento, oficializado nesta quarta-feira (12), busca assegurar o devido processo legal, a cooperação jurídica internacional e a ampla defesa.
- Tagliaferro é acusado de violação de sigilo funcional; o caso ganhou o apelido “vaza-toga” por divulgar mensagens entre gabinetes do Ministério da Justiça e do STF.
- No Supremo Tribunal Federal, a defesa solicitou a suspeição do ministro Edson Fachin, pedido que foi negado; também houve questionamento sobre citação por edital versus carta rogatória.
- A ex-deputada Carla Zambelli está na Itália; Tagliaferro havia prestado depoimento favorável a Zambelli em setembro de dois mil e vinte e cinco na Câmara dos Deputados.
O defesa do perito Eduardo Tagliaferro conseguiu adiar a audiência na Itália para apresentar documentos do Brasil às autoridades estrangeiras. O adiamento ocorreu nesta quarta-feira, 12, e a sessão foi remarcada para 20 de março. A justificativa apresentada aponta a necessidade de respeitar o devido processo legal, a cooperação internacional e a ampla defesa.
A defesa informou que o adiamento facilita a apresentação de documentos relevantes de forma completa e tecnicamente adequada. Tagliaferro é acusado de violação de sigilo funcional após deixar o cargo no TSE e divulgar mensagens envolvendo gabinetes do ministro Alexandre de Moraes no TSE e no STF.
Desdobramentos
As mensagens viraram alvo de cobertura jornalística e contribuíram para o debate sobre neutralidade e supostas perseguições políticas, conforme o material divulgado. Moraes negou irregularidades, e sua defesa afirmou que os atos nos tribunais foram regulares e passaram pelos autos.
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