- Tempestades na Espanha e em Portugal deixaram alertas elevados, com ventos fortes, queda de árvores e escolas fechadas em várias regiões.
- Regiões norte da Espanha (Galícia, Cantábria e País Basco) decretaram alerta vermelho; ventos chegaram a mais de 105 km/h e ondas de até nove metros.
- A1, entre norte e sul de Portugal, teve parte do trecho desabando próximo a Coimbra após rompimento de uma margem, e as autoridades estimam que o conserto levará semanas.
- Barcelona ficou com centenas de voos afetados ou cancelados; em Catalunha, quase todas as atividades escolares e esportivas foram suspensas e serviços de saúde não essenciais, restringidos.
- Em Portugal, houve chuva intensa devido a uma “corrente de vapor” (rio atmosférico) e cerca de 3.000 moradores foram evacuados; o Instituto Português do Mar e da Atmosfera informa que o fenômeno Oriana não deve atingir o continente diretamente, mas trará chuva e vento generalizados.
Ocasionalmente fortes chuvas e ventos derrubaram árvores e interromperam serviços no Iberismo nesta semana, afetando Espanha e Portugal. O tempo instável atingiu áreas densamente povoadas, levando ao fechamento de escolas em parte dos dois países.
Na Catalunha, vítimas passaram a ser registradas após galhos derrubados por ventos superiores a 105 km/h. O governo regional suspendou aulas e eventos esportivos, além de restringir serviços de saúde não essenciais. Autoridades indicaram ferimentos e um homem ficou em estado grave após ser atingido por uma árvore.
A1, principal rodovia que liga o norte ao sul de Portugal, teve parte do asfalto comprometida pela inundação de um dique, exigindo obras que devem se estender por semanas. Em Coimbra, a situação permaneceu estável durante a noite, sem novas evacuações.
Portugal: chuva persistente e área de influência
Um correntes de vapor conhecidos como chuva atmosférica elevou o aporte de água no norte e provocou evacuações de cerca de 3 mil moradores. O IPMA informou que Oriana, depressão atlântica próxima ao norte da península, não atingiria o continente diretamente, mas traria chuva forte e ventos ao longo do dia.
As autoridades trabalharam para reestabelecer trechos danificados da A1, com previsão de atrasos até a normalização da água das cheias. O impacto total permanece sob avaliação, com equipes de proteção civil mobilizadas em pontos críticos.
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