- Quase 300 mil pessoas em Odessa, no sul da Ucrânia, ficaram sem energia elétrica e água após ataques de drones durante a noite.
- A ofensiva foi parte de um ataque generalizado contra infraestrutura energética em várias cidades, incluindo Kyiv e Dnipro.
- Segundo o ministro de Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, centenas de drones e mísseis atingiram o sistema energético, deixando moradores sem serviços básicos; entre os feridos estão crianças.
- Líderes da União Europeia se reúnem na Bélgica para discutir como fortalecer o mercado único, reduzir a dependência de potências estrangeiras e tornar a UE mais competitiva, sem decisões esperadas no encontro informal.
- Em Portugal e outras partes da Europa, as chuvas intensas e tempestades causaram danos; o ministro do Interior de Portugal, Maria Lúcia Amaral, deixou o cargo após críticas à resposta do governo frente aos desastres.
Odesa, no sul da Ucrânia, ficou sem energia e água após ataques com drones russos durante a noite. Cerca de 300 mil moradores foram afetados pela interrupção de fornecimento, e houve ao menos uma pessoa ferida.
O ataque ocorreu como parte de uma ofensiva mais ampla que mira infraestrutura de energia em várias cidades, incluindo Kyiv e Dnipro, no sudeste do país. Autoridades locais relatam queda de energia, aquecimento e água para a população.
Segundo o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, centenas de drones e mísseis atingiram o sistema energético do país, deixando vítimas entre elas crianças. Ao todo, há relatos de uma dúzia de feridos, entre eles um bebê e uma criança de quatro anos.
Reuniões da UE
Nesta terça, líderes da União Europeia se reúnem em um castelo na Bélgica para discutir estratégias com foco em competitividade e redução da dependência externa. O encontro é informal e não deve resultar em decisões imediatas, mas pode sinalizar direções para o mercado único.
Desdobramentos na Europa
Em Portugal, tempestades de inverno causaram inundações e destruição em várias regiões, levando à demissão do ministro do Interior, Maria Lúcia Amaral, após críticas à resposta governamental. Outros países também registram danos e operações de socorro em curso.
Entre na conversa da comunidade