- A China entregou uma estação de solo de satélite à Namíbia, fora de Windhoek, conforme a imprensa estatal.
- A estação chinesa de recebimento de dados deverá ampliar a capacidade da Namíbia de receber e processar dados de satélite de observação remota.
- A Namíbia terá propriedade total da estação e a operará de forma independente; especialistas chineses continuarão oferecendo suporte técnico a 14 técnicos locais treinados.
- Uma segunda fase do complexo já está em planejamento.
- O equipamento exibe a frase “CHINA AID FOR SHARED FUTURE” nas fotos divulgadas pela Xinhua.
O governo chinês transferiu, na quinta-feira, uma estação terrestre de dados de satélite para a Namíbia, fora da capital Windhoek. O ato representa mais um avanço da China em sua expansão espacial no exterior, conforme veículos oficiais.
A estação, de origem chinesa, deverá ampliar significativamente a capacidade do país africano de receber e processar dados de satélite de observação da Terra, segundo a agência estatal Xinhua. A obra integra-se a iniciativas de cooperação espacial entre a China e países africanos.
Namíbia deterá a propriedade total e operará a estação de forma independente, informou o embaixador chinês no país. Contudo, especialistas chineses continuarão a oferecer suporte técnico, com 14 técnicos locais treinados pela China. Há ainda a previsão de uma segunda fase do projeto.
Progresso e próximos passos
A China tem ampliado sua presença em África ao oferecer satélites, laboratórios e estações de monitoramento, em meio a mudanças na ajuda externa observadas na região. Pequim afirma que a iniciativa fortalece programas espaciais africanos e busca evitar que algum país fique para trás.
Segundo a cobertura de agências, o país asiático utiliza dados obtidos por satélites, telescópios e estações no continente, com uma presença técnica de longo prazo em instalações que financia. A inauguração da estação na Namíbia é citada como parte dessa estratégia de cooperação e integração tecnológica.
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