- A força militar dos Estados Unidos concluiu a missão na Síria de transferir detidos do Estado Islâmico para o Iraque.
- A transferência durou vinte e três dias, começou em vinte e um de janeiro e levou mais de 5.700 combatentes adultos do ISIS dos centros de detenção na Síria para custódia iraquiana.
- A operação ocorreu após ofensiva rápida das forças do governo sírio no nordeste contra as Forças Democráticas Sírias, aliadas dos EUA.
- Em vinte e nove de janeiro, os EUA mediatoram um acordo de cessar-fogo com a meta de integrar, de forma gradual, combatentes curdos ao estado central.
- O general Kevin Lambert, do Comando Central, disse que a transferência ordenada e segura ajuda a evitar ressurgimento do ISIS; o ministro das Relações Exteriores do Iraque mencionou conversas com países árabes e muçulmanos para repatriação de cidadãos, com necessidade de mais assistência financeira.
O Exército dos EUA concluiu a missão na Síria de transferir detentos do Estado Islâmico para o Iraque. A operação resultou no transporte de mais de 5.700 combatentes homens adultos desde instalações de detenção na Síria para custódia iraquiana, segundo o Comando Central dos EUA (CENTCOM).
A transferência ocorreu após uma ofensiva rápida das forças do governo sírio no nordeste da Síria contra as Forças Democráticas Sírias (SDF), aliada dos EUA que acompanhava os detidos e as instalações. Em 29 de janeiro, foi mediado um cessar-fogo que prevê a integração progressiva de combatentes curdos no estado central.
A declaração de CENTCOM afirmou que a operação foi conduzida de forma ordeira e segura, contribuindo para evitar o ressurgimento do ISIS na região.
Desdobramentos diplomáticos
O ministro das Relações Exteriores do Iraque, Fuad Hussein, disse que, à margem da Conferência de Segurança de Munique, havia início de conversas com “alguns países árabes e muçulmanos” sobre a repatriação de cidadãos. Baghdad afirmou ainda que precisará de mais assistência financeira para lidar com o aumento de casos.
Entre na conversa da comunidade