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Senadores pedem a Trump acabar com checagem de redes sociais para turistas

Dois senadores democratas pedem à administração que retire a proposta de exigir dados de redes sociais de viajantes do programa de isenção, sob risco de reduzir visitas aos EUA

Travellers wait to board a plane at the Dallas Fort Worth International Airport in Fort Worth, Texas, U.S., January 23, 2026. REUTERS/Alyssa Pointer/File Photo
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  • Dois senadores democratas (Ed Markey e Ron Wyden) pediram à administração de Donald Trump para abandonar a proposta de exigir que viajantes estrangeiros forneçam redes sociais usadas nos últimos cinco anos.
  • A medida proposta pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP) exigiria que viajantes de países do programa de isenção de visto compartilhem dados de redes sociais.
  • O Departamento de Segurança Interna (DHS) poderia colocar a regra em prática já neste mês, segundo informações divulgadas anteriormente.
  • A travel association dos EUA alertou que a política pode desencorajar visitas ao país, com impacto positivo considerável para a indústria de turismo.
  • O programa de isenção de visto permite viagem de até noventa dias para cidadãos de quarenta e duas nações; outras informações de usuários, como endereços de e-mail e dados familiares, também são citadas como possíveis exigências.

Washington, 13 de fevereiro — Dois senadores democratas solicitaram à administration Trump que abandone a proposta que obrigaria milhões de visitantes estrangeiros a fornecerem seus perfis de redes sociais usados nos últimos cinco anos. A medida seria implementada pela Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP).

A proposta afetaria viajantes do programa de isenção de visto, que hoje podem entrar nos EUA sem visto prévio. Eles teriam de submeter dados de redes sociais para avaliação de risco antes da viagem. A mudança acompanha um endurecimento de checagens de estrangeiros iniciado no governo anterior.

Os senadores Ed Markey e Ron Wyden dizem que a exigência representa vigilância ampla e discricionária de cidadãos que desejam visitar familiares, fazer negócios ou participar de eventos como a Copa do Mundo. Eles destacam a possível reação negativa de eleitores internacionais e alertam para impactos no turismo.

O Departamento de Segurança Interna não se pronunciou imediatamente sobre a solicitação. Em dezembro, o órgão havia indicado que a proposta poderia entrar em vigor ainda neste mês. A visão de setores de turismo alerta para efeitos desestimuladores sobre visitas aos EUA.

A Associação de Viagens dos EUA já havia criticado a medida, afirmando que um erro na política poderia afastar milhões de viajantes e reduzir o gasto no setor. Já há exigências para vistos imigrantes e não imigrantes incluírem dados de redes sociais desde 2019.

O Programa de Isenção de Visto, que abrange 42 países, permite viagens de até 90 dias sem visto. A mudança prevista pela CBP elevaria o nível de triagem, incluindo redes sociais, para esses viajantes.

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