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Caso Navalny sinaliza que Putin pode usar agentes nervosos contra civis

Navalny foi envenenado com um dos mais letais agentes nervosos; Barrot afirma que Putin está disposto a usar armas químicas contra o próprio povo para manter o poder

French Minister for Europe and Foreign Affairs Jean-Noel Barrot visits Beirut
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  • França informou que Putin estaria disposto a usar armas químicas contra o próprio povo, com base em conclusões ocidentais sobre o envenenamento de Alexei Navalny.
  • Grupos do Reino Unido, França, Alemanha, Suécia e Países Baixos apresentaram uma declaração conjunta afirmando que Navalny foi envenenado com um dos mais letais agentes nervosos em uma penitenciária, há dois anos.
  • Navalny morreu após o envenenamento ocorrido na prisão, segundo as notas da declaração conjunta.
  • O governo russo nega qualquer responsabilidade pelo falecimento de Navalny.
  • A posição foi expressa em Paris na tarde de sábado, data em que foram divulgadas as conclusões ocidentais.

París, 14 de fev. – O ministro das Relações Exteriores da França, Jean‑Noel Barrot, afirmou que o presidente Vladimir Putin estaria disposto a usar armas químicas contra russos, com base em conclusões ocidentais de que o crítico Kremlin, Alexei Navalny, foi envenenado com um nerve venenoso.

Governos de Grã-Bretanha, França, Alemanha, Suécia e Países Baixos divulgaram uma declaração conjunta na qual dizem ter chegado à conclusão de que Navalny foi envenenado com uma toxina letal em uma penitenciária, há dois anos. O governo russo nega qualquer responsabilidade pelo alegado envenenamento.

Barrot divulgou as informações em rede social, afirmando que Navalny morreu em decorrência da exposição a um dos venenos mais letais conhecidos e que Putin estaria pronto para empregar armas químicas contra o próprio povo para manter o poder.

Segundo os signatários, as conclusões são o resultado de avaliações coletivas feitas por aliados ocidentais. O Kremlin não comentou de forma direta as declarações de Barrot. As informações foram repassadas por agências internacionais.

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