- Israel lançou ataques aéreos em toda a Faixa de Gaza neste domingo, 15, matando pelo menos 11 palestinos, segundo autoridades locais.
- Um ataque deixou pelo menos quatro mortos em um acampamento que abrigava famílias deslocadas.
- Em Khan Younis, no sul, cinco pessoas morreram; outra morreu a tiros no norte da faixa.
- Também houve ataque a um local que seria de um comandante da Jihad Islâmica, no bairro Tel Al-Hawa, em Gaza.
- Hazem Qassem, porta-voz do Hamas, chamou os ataques de massacre e de grave violação do cessar-fogo; Israel afirmou que as ações foram precisas e em conformidade com o direito internacional.
O que aconteceu: ataques aéreos de Israel na Faixa de Gaza deixaram pelo menos 11 mortos neste domingo, segundo autoridades palestinas. Israel disse reagir a violações do cessar-fogo pelo Hamas, alvo principal das ações.
Quem está envolvido: o Hamas é apontado como violador do cessar-fogo e alvo das críticas. O Hamas, por meio de Hazem Qassem, chamou o ataque de massacre. O grupo Jihad Islâmica também é citado como alvo de um dos ataques em Gaza.
Quando e onde: os ataques ocorreram neste domingo, 15 de outubro, em toda a Faixa de Gaza. Em Khan Younis, no sul, houve morte de cinco pessoas. Em Gaza City, um acampamento de deslocados foi atingido, matando pelo menos quatro pessoas.
Por que ocorreu: a ofensiva foi apresentada pelo Exército israelense como resposta a violações do cessar-fogo ocorridas na região, em especial perto da Linha Amarela. Autoridades de defesa afirmam que militantes cruzaram a linha para atacar tropas.
Desdobramentos e contexto: o ataque atingiu um comando atribuído à Jihad Islâmica no Tel Al-Hawa, em Gaza. O Hamas acusa Israel de violar o acordo de trégua dias antes de uma reunião do Conselho de Paz promovida por Washington.
Análise adicional: fontes palestinas apontam que o conflito permanece marcado por acusações mútuas de violações. O governo norte-americano prepara um plano de reconstrução para Gaza durante a reunião em Washington.
Situação humanitária: o Ministério da Saúde de Gaza contabiliza mais de 600 palestinos mortos desde o início do atual ciclo de hostilidades. Israel informa que quatro soldados teriam morrido por ações de militantes na mesma janela de tempo.
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