- Pelo menos nove palestinianos foram mortos em ataques aéreos israelenses na Faixa de Gaza, em áreas do norte e do sul, segundo autoridades médicas e de defesa civil palestinas.
- Um ataque aéreo atingiu um acampamento de tendas que abrigava famílias deslocadas, matando pelo menos quatro pessoas, enquanto outro ataque matou cinco no Khan Younis, no sul.
- O Exército de Israel afirmou que os ataques de domingo foram respostas a violações do cessar-fogo por parte do Hamas, incluindo deslocamento a leste da linha amarela.
- O Exército disse que continua destruindo túneis no norte de Gaza, conforme o acordo, e que houve a saída de homens armados de um túnel próximo a tropas, sob violência associada ao cessar-fogo.
- O Ministério da Saúde de Gaza informou que, desde o início do acordo, pelo menos seiscentos palestinianos foram mortos por fogo israelense, enquanto Israel afirma ter registrado a morte de quatro soldados por ataques de militantes.
Dois ataques aéreos israelenses atingiram Gaza no domingo, deixando pelo menos nove palestinos mortos, segundo serviços de defesa civil e autoridades de saúde. Os ataques ocorreram nas regiões norte e sul da Faixa de Gaza, em resposta, segundo o Exército de Israel, a violações do cessar-fogo por grupos palestinos.
Um dos ataques atingiu um acampamento de tendas que abrigava famílias deslocadas, com pelo menos quatro mortos, conforme informações das equipes médicas. Outro bombardeio, na cidade de Khan Younis, no sul, deixou cinco mortos, segundo o Ministério da Saúde local.
Um porta-voz das Forças de Defesa de Israel afirmou que as ações foram realizadas em resposta à violação clara do cessar-fogo por parte do Hamas no área de Beit Hanoun, alegando que militantes surgiram de um túnel próximo à chamada linha amarela. Segundo ele, os ataques foram precisos e dentro do direito internacional.
O Exército também informou ter identificado supostos terroristas próximos a tropas israelenses no norte de Gaza na véspera, mantendo a destruição de túneis subterrâneos conforme o acordo vigente. Ação teria eliminado dois homens-armados, com possibilidade de outras baixas entre os militantes.
O Ministério da Saúde de Gaza disse que o período desde o início do acordo já resultou em cerca de 600 palestinos mortos por fogo israelense. Em contrapartida, Israel registrou a morte de quatro soldados no mesmo intervalo, provocadas por militantes em Gaza.
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