- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, classificou como “preocupante” um relatório de cinco aliados europeus que atribui à Rússia a morte do opositor Alexei Navalny, alegando uso de toxina de sapos-de-dardo.
- Rubio afirmou que Washington não tem motivo para duvidar do relatório e não está disputando as conclusões.
- Ele disse que os Estados Unidos não contestam o que foi apresentado, mas que vão discutir com os países envolvidos.
- A declaração ocorreu durante uma coletiva em Bratislava, na Eslováquia, neste domingo, 15 de fevereiro de 2026.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, classificou de “preocupante” um relatório de cinco aliados europeus que atribui a Rússia a morte do opositor Kremlinista Alexei Navalny, por meio de toxina derivada de sapos-poca. Rubio afirmou que Washington não tem razões para questionar o veredito, embora não esteja disputando a conclusão.
Rubio fez as declarações durante uma coletiva de imprensa em Bratislava, na Eslováquia, na tarde de domingo. Ele disse ainda que os EUA não vão recuar do tema, mas reconheceu que o relatório foi elaborado por outros países. Não houve resistência explícita a condenação atribuída aos russos.
O anúncio foi feito no contexto de visitas diplomáticas de autoridades ocidentais a regiões da Europa Central, buscando apoio para medidas coordenadas. Não houve detalhes sobre novas ações ou sanções específicas, apenas a reiterada posição de não contestar o relatório.
Detalhes do relatório e reação
Segundo o texto divulgado pelos aliados, Navalny morreu por intoxicação causada por toxina de sapos-poca durante um incidente não divulgado publicamente. As informações, apresentadas como conclusões compartilhadas, não citam fontes abertas ou documentos acessíveis ao público.
As declarações de Rubio destacam que, mesmo diante das informações, os EUA não planejam contestar publicamente a avaliação externa. O motivo alegado é que o relatório foi produzido por governos parceiros. Não houve confirmação de investigações independentes adicionais.
A visita de Rubio a Bratislava faz parte de uma agenda que inclui encontros com autoridades locais e regionais. A comitiva diplomática busca reforçar alianças ocidentais e ampliar cooperação em questões de segurança e políticas externas.
O chanceler americano reiterou que, apesar de não discordar formalmente, os EUA manterão estratégias próprias para lidar com a situação. A comunicação enfatiza cooperação internacional enquanto evita descrições de ações futuras.
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