- Depoimento de Mark Zuckerberg teve início nesta quarta-feira, 18, perante um júri popular em Los Angeles, no julgamento sobre se redes sociais podem provocar vício em crianças e adolescentes.
- O processo envolve plataformas da Meta, como Instagram, WhatsApp e Facebook, além de o Google ser parte do caso, que também questiona o YouTube.
- A ação foi movida por uma jovem de 20 anos, identificada pelas iniciais K.G.M., que afirma ter começado a usar as plataformas aos 6 anos e ter sido exposta a conteúdos associados a ansiedade e depressão.
- Este é o primeiro depoimento de Zuckerberg em um processo que discute a segurança das redes sociais sob sua gestão; representantes do YouTube também devem ser ouvidos.
- Caso as empresas sejam condenadas, podem ter de pagar indenização; a previsão é de que o julgamento siga até abril.
Teve início nesta quarta-feira, 18, o depoimento de Mark Zuckerberg, CEO da Meta, em um júri popular de Los Angeles. O julgamento analisa se redes sociais podem provocar vício em crianças e adolescentes.
A ação envolve plataformas controladas pela Meta, como Instagram, WhatsApp e Facebook. O Google também é parte, com questionamentos sobre o YouTube. O processo tramita desde o começo de fevereiro.
A autora, identificada pela sigla K.G.M. e com 20 anos, afirma ter usado as plataformas desde os 6 anos e ter tido exposição a conteúdos que contribuíram para transtornos como ansiedade e depressão.
Este é o primeiro depoimento de Zuckerberg em um caso que discute a segurança das redes sociais sob sua gestão. Responsáveis pelo YouTube também devem ser ouvidos no julgamento.
Caso haja condenação, as empresas poderão ser obrigadas a pagar indenizações. A previsão é de que o julgamento se estenda até abril, com desdobramentos ainda por definir.
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