- Autoridades chilenas registraram as casas de dois ex‑executivos da Codelco na investigação sobre o desab na mina El Teniente, ocorrida no ano passado.
- Foram apreendidos equipamentos digitais de Mauricio Barraza (ex‑Chief Operations Officer) e Claudio Sougarret (ex‑gerente de mina); a Codelco também colaborou com a entrega voluntária de alguns itens.
- Rodrigo Andrades, ex‑gerente de projetos de El Teniente, teve itens apreendidos em outubro.
- Os três executivos foram afastados recentemente após auditoria interna indicar inconsistências ligadas a uma explosão de rochas em 2023, refletidas nos relatos à Sernageomin.
- A Sernageomin informou que apresentará denúncias formais às autoridades; no ano passado, a mesma mina registrou o desabamento que deixou seis mortos.
Chilenia authorities raideram as residências de dois executivos recém-demitidos da estatal Codelco, em meio a apuração sobre o desab que matou seis pessoas na mina El Teniente no ano passado. As buscas também incluíram equipamentos digitais de Mauricio Barraza, ex-diretor de Operações, e Claudio Sougarret, ex-gerente da mina, segundo anúncio do Ministério Público.
Além das residências, unidades da Codelco foram vasculhadas e parte dos aparelhos foi entregue voluntariamente pela empresa. O MP informou que itens de Rodrigo Andrades, ex-gerente de projetos da El Teniente, já haviam sido apreendidos em outubro.
Os três executivos foram afastados de seus cargos na semana passada após auditoria interna apontar inconsistências ligadas a uma explosão rochosa em 2023, descritas nos documentos encaminhados pela empresa à Sernageomin, órgão regulador de mineração.
A Sernageomin anunciou que pretende apresentar denúncias formais às autoridades, conforme comunicado anterior. A investigação envolve possível falha de procedimentos e de comunicação sobre incidentes na mina.
A El Teniente já havia sido palco, no ano passado, de um desabamento que resultou na morte de seis trabalhadores, provocando uma série de apurações internas e mudanças na gestão da mineradora estatal.
Contexto da investigação permanece em andamento, com novas informações sendo processadas pela Procuradoria e pelo regulador. Não houve comentários imediatos da Codelco sobre os novos desdobramentos.
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