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Estratégia ‘Made in Europe’ pode afetar cadeias de suprimentos, diz ministro britânico

Ministro britânico alerta que a estratégia “Made in Europe” pode endurecer cadeias de suprimentos, elevar custos e criar barreiras comerciais com o Reino Unido

Solar panels are installed in rows on the roof of a block of flats in Brixton, London. Another block is seen in the background against a clear blue sky.
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  • O ministro britânico para relações com a UE alertou que a estratégia europeia “Made in Europe” pode pressionar cadeias de suprimento, aumentar custos e criar barreiras comerciais com o Reino Unido.
  • A Comissão Europeia prepara legislação para priorizar produtos europeus em compras públicas e em programas de consumo, buscando reduzir a dependência de importações.
  • A preocupação é que requisitos de preferência muito rígidos perturbem cadeias integradas entre Reino Unido e UE, elevando custos em setores-chave, incluindo relações Reino Unido-Espanha.
  • O governo de Keir Starmer busca melhorar laços econômicos com a UE e pode buscar acordos setoriais para ampliar o acesso ao mercado único, o que pode enfrentar a oposição.
  • A UE avança com o programa “Buy European” e deve publicar o Industrial Accelerator Act ainda este mês, com metas de conteúdo europeu em produtos estratégicos como painéis solares e veículos elétricos.

O ministro britânico para relações com a UE avisou que a estratégia industrial europeia “Made in Europe” pode interromper cadeias de suprimento, elevar custos e criar barreiras comerciais entre o Reino Unido e alguns membros da UE. A observação ocorre enquanto Bruxelas prepara nova legislação.

Nick Thomas-Symonds disse, em evento econômico em Madri, que favorecer produtos europeus em licitações e programas de consumo pode não apenas elevar gastos, mas também afetar a integração de cadeias entre Reino Unido e Espanha. O tom foi de cautela.

A ideia da UE é reduzir dependência de importações e incentivar produção local em setores estratégicos, em meio a um cenário geopolítico instável. O objetivo formal é maior autonomia econômica continentual.

O debate chega em meio a sinalizações do governo de Rún S. do Reino Unido sobre novas pautas com a UE, mantendo abertura para acordos setoriais que ampliem o acesso ao mercado único, conforme avanços de negociação.

Na prática, o plano europeu envolve priorizar conteúdo europeu em aquisição pública, com possível extensão a parceiros confiáveis. A proposta não inclui o Reino Unido, mas abre caminho para futuras inclusões.

Levantamento de agenda europeu aponta que, desde a cúpula na Bélgica, a UE busca competitividade frente EUA e China, diante de tarifas e subsidiação externa. O bloco enfatiza produção local para setores como energia limpa e tecnologia.

Apesar de críticas internas, o Comissário Europeu de Economia prepara a lei de Aceleração Industrial, prevista para este mês, com metas de conteúdo europeu em painéis solares, veículos elétricos e outros itens estratégicos.

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