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Trump viajará à China no próximo mês, com foco na política comercial dos EUA

Trump viaja à China de 31 de março a 2 de abril, após a Suprema Corte derrubar tarifas; encontro com Xi Jinping pode redefinir a trégua comercial e políticas aduaneiras

U.S. President Donald Trump arrives at Joint Base Andrews in Maryland, U.S., February 19, 2026. REUTERS/Kevin Lamarque
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  • O presidente dos EUA, Donald Trump, viajará à China de 31 de março a 2 de abril para uma reunião com Xi Jinping.
  • A visita ocorre após a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubar várias tarifas impostas contra a China.
  • O encontro, em Beijing, seria o primeiro em pessoa desde outubro e pode tratar da extensão da trégua comercial entre os dois países.
  • O governo americano sustenta que as tarifas são necessárias por emergências nacionais relacionadas ao desequilíbrio comercial e ao papel da China na produção de precursores de fentanil; ainda não está claro se as tarifas serão restabelecidas.
  • A China não confirmou a viagem e não houve resposta imediata sobre o encontro.

O presidente dos EUA, Donald Trump, viajará à China de 31 de março a 2 de abril para reuniões entre as duas maiores economias. A viagem ocorre após a Suprema Corte ter derrubado parte das tarifas impostas por Trump sobre importados. Um funcionário da Casa Branca confirmou a viagem.

Trump deve visitar Pequim e encontrar o presidente chinês Xi Jinping. A agenda inclui a continuidade de negociações sobre a trégua comercial, já que as tarifas foram alvo de debates intensos. É a primeira visita de Trump à China desde 2017.

A defesa de tarifas foi apresentada como resposta a emergências nacionais relacionadas ao desequilíbrio comercial e ao papel da China na produção de químicos ligados ao fentanil. O governo diz que as tarifas ajudam a pressionar mudanças.

Detalhes da viagem

O planalto norte-americano ainda não confirmou cronograma adicional ou detalhes de segurança. A China não respondeu oficialmente à solicitação de comentário sobre a visita.

A reunião entre Trump e Xi marca o primeiro encontro presencial desde outubro, quando houve acordos sobre flexibilizar tarifas e manter compras de soja dos EUA. Na ocasião, também houve compromisso com o controle do comércio de fentanil.

Contexto político e econômico

A administração dos EUA sinalizou que as tarifas poderiam ser ajustadas conforme avanços nas negociações. Até o momento, não está claro sob que base legal Trump poderia restabelecer tarifas sobre a China. A questão continua em debate.

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