- O Departamento de Estado está retirando funcionários não essenciais e seus familiares elegíveis da embaixada dos EUA em Beirute, devido ao risco de conflito com o Irã.
- Segundo fontes, cerca de 50 pessoas foram evacuadas; outra atualização aponta 32 funcionários da embaixada com familiares já deixados de Beirute.
- A embaixada afirma que permanece operando com a equipe central, e a medida é temporária para garantir a segurança dos trabalhadores.
- O Departamento de Estado atualizou o aviso de viagem sobre o Líbano, recomendando que cidadãos dos EUA não viagem ao país e impondo restrições de deslocamento para o pessoal restante.
- Em meio aos avanços diplomáticos e tensões regionais, Estados Unidos e Irã continuam divergentes sobre o programa nuclear, com as partes considerando possíveis soluções diplomáticas.
O Departamento de Estado dos EUA mostrou preocupação com a possibilidade de escalada envolvendo o Irã e anunciou a retirada de funcionários não essenciais da embaixada dos EUA em Beirute. A medida ocorre enquanto aumentam as tensões na região.
Segundo a autoridade, a embaixada permanece com equipe central operando, em resposta a riscos de conflito militar. A saída é temporária e visa garantir a segurança do pessoal, sem interromper a atuação consular.
Fontes ligadas à embaixada informaram que cerca de 50 pessoas já foram evacuadas, e autoridades do aeroporto de Beirute confirmaram que 32 funcionários da embaixada, acompanhados de familiares, deixaram o país na segunda-feira.
Deslocamento de funcionários e medidas de segurança
O país tem intensificado sua presença militar na região, após avisos do governo americano sobre possíveis “coisas muito ruins” caso não haja acordo sobre o programa nuclear do Irã. O governo iraniano, por sua vez, sinaliza que ataques a bases americanas seriam resposta.
Um retrato do clima regional surge ainda com a atualização do aviso de viagem para o Líbano, reforçando que cidadãos norte-americanos não devem viajar ao país. Os que permanecerem na embaixada enfrentam restrições de deslocamento sem autorização prévia.
Enquanto isso, o Departamento de Estado mantém consultas internas sobre posições de emergência e reposicionamento de pessoal, com instruções para preencher vagas de emergência conforme necessário. A situação diplomática continua em negociação, segundo autoridades envolvidas.
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