- A presidente da Assembleia Geral da ONU afirmou que os Estados Unidos devem pagar todas as suas contribuições, após terem pago aproximadamente US$ 160 milhões de um total superior a US$ 4 bilhões.
- Segundo um porta-voz da ONU, os EUA pagaram cerca de US$ 160 milhões, menos de 5% do que devem.
- A ONU informou que há risco de “colapso financeiro iminente” se as contribuições não forem quitadas.
- A líder da Assembleia lembrou que todos os membros devem pagar integralmente suas cotas, apontando o pagamento parcial dos EUA como insuficiente.
- Na semana anterior, o presidente dos EUA, Donald Trump, realizou a primeira reunião do Conselho da iniciativa “Board of Peace”; especialistas veem potencial impacto sobre a atuação da ONU.
O presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas pediu ao principal financiador, os Estados Unidos, que paguem integralmente as contribuições devidas ao organismo. O apelo ocorreu após Washington realizar apenas um pagamento parcial, que representa menos de 5% do total devido.
Segundo informações diplomáticas, os EUA já pagaram cerca de 160 milhões de dólares dos mais de 4 bilhões de dólares que deve à ONU. A divulgação ocorreu após a ONU confirmar o montante remanescente e destacar preocupações com a liquidez do órgão.
Atribuiu-se ao presidente da Assembleia, Annalena Baerbock, a declaração feita em entrevista coletiva em Genebra. Ela enfatizou a necessidade de todos os Estados-membros quitarem seus pagamentos no prazo, ressaltando que 160 milhões não configuram quitação integral.
Contexto financeiro da ONU
A ONU avisa sobre risco de falência financeira caso os pagamentos não sejam regularizados, o que intensifica tensões com membros que enfrentam pressões internas e externas.
A atualização acontece em meio a uma visita de alto nível ao tema paz e segurança global, após o anúncio de uma iniciativa de paz lançada pelo presidente dos EUA. Analistas destacam que o apoio financeiro é crucial para a continuidade de operações humanitárias e de cooperação internacional.
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